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Archive for Janeiro, 2009
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O Blog é: RFB além dos muros corporativistas
IR sobre férias vendidas
Comitê Gestor prorroga para 20 de fevereiro prazo de adesão ao Simples
Receita Federal vai liberar certidão para construtoras em 30 minutos
MP 449 e Súmula Vinculante 8 do STF Reduz Multas e Débitos Previdenciários
Governo prepara pacote contra a burocracia
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“A administração está preparada para enfrentar esse debate para valer ou será na base do faz de conta?”, questionou o vice-presidente Hélio Bernades.
O novo coordenador-geral de Gestão de Pessoas da Receita Federal do Brasil, Willian Darwin Júnior, assumiu o compromisso com o Sindireceita, nesta quinta-feira (29), de discutir a definição das atribuições dos cargos que compõem a Carreira Auditoria da Receita Federal ainda este ano. “Meu compromisso com vocês é abrir essa discussão. Vamos criar um fórum específico para debater o assunto. No momento, estamos analisando a questão do atendimento para atender à sociedade, nem é mais uma questão interna”, afirmou. De acordo com o coordenador-geral, o problema no atendimento é prioritário e ele está aguardando um relatório sobre as atividades que são privativas da Carreira ARF e as que não são.
O vice-presidente do Sindireceita, Hélio Bernades, disse que a questão das atribuições é a pauta principal da categoria para o ano de 2009 e questionou o coordenador até que ponto a administração está disposta a discutir o problema. “A questão das atribuições gera muito conflito e expõe a administração. Deve haver a contribuição de todo o conjunto nesse debate. A maioria dos Analistas-Tributários não está mais disposta a fazer de fato e não de direito. A administração está preparada para enfrentar esse debate para valer ou será na base do faz de conta? Se for na base do faz de conta, não vamos participar”, enfatizou. O coordenador da Cogep disse que “o faz de conta” não é a sua proposta. “Começamos a enfrentar o debate das atribuições no atendimento. A questão das atribuições está interligada à capacitação, formação, alocação e a definição de vagas para concurso, entre outros. Todas as outras coisas ficam prejudicadas. Isto está bem claro para nós. O enfrentamento será feito, mas não sei se vou agradar às categorias”, afirmou. Bernades disse que o importante é a administração enfrentar o problema, independente do resultado.
O diretor de Defesa Profissional e Estudos Técnicos, Rodrigo Thompson, destacou que será preciso um empenho muito forte e isento da RFB para resolver esse problema. “Não dá para adiar mais a definição das atribuições. Senão podemos começar a sofrer ação por usurpação de função”.
Caos no atendimento
O diretor Rodrigo Thompson ressaltou que o atendimento aos contribuintes está realmente um caos e precisa de medidas de urgência. Conforme Thompson, no entanto, o problema do atendimento também passa pela questão das atribuições. “Durante o processo de fusão, discutíamos um avanço no atendimento e não um retrocesso. A qualidade do atendimento está piorando a passos largos”, acrescentou.
O coordenador da Cogep disse que neste ponto existe um alinhamento de interesses das categorias e da administração. “A definição de atribuições no atendimento é coisa para agora, não vai levar muito tempo”, informou. O secretário-geral da DEN, João Jacques, sugeriu que talvez fosse necessária a criação de uma carreira específica, uma carreira fazendária para o resolver o problema.
Concursos
Willian Darwin confirmou que as vagas previstas para concurso público da Carreira ARF este ano foram aprovadas e serão em torno de 1.700. Thompson discordou da proporção das vagas e afirmou que a carência de Analistas-Tributário dentro da Casa é muito maior. O coordenador-geral explicou que essa proporção também está amarrada a questão das atribuições e informou que o objetivo desse concurso é de recompor as perdas com as aposentadorias.
Reuniões semanais na Cogep
O novo representante da Cogep informou que, a partir de agora, serão realizadas reuniões semanais permanentes para discutir os pleitos com as categorias. O vice-presidente do Sindireceita aproveitou a oportunidade e entregou ao coordenador a Pauta Reivindicatória da categoria para 2009, que também já foi repassada à secretária Lina Vieira. Willian disse que a pauta será analisada e solicitou que o Sindireceita definisse as prioridades para a próxima reunião. O coordenador disse ainda que um e-mail da Cogep será criado como forma de abrir um canal de comunicação com as entidades. Sindireceita
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Secretário de RH/MPOG diz que Governo pretende manter reajustes, mas que agravamento da crise poderá levar a novas medidas. O secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira concedeu entrevista ao site do Servidor do MPOG e destacou que o Governo pretende manter os acordos, mas também adiantou que o agravamento da crise econômica pode levar a adoção de novas medidas. Veja aqui a entrevista.
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Teve início nesta quarta-feira, 28, a segunda etapa do pagamento da ação dos 28,86%. Os valores relativos aos precatórios começaram a ser creditados nas contas abertas para este fim pelos servidores, mas ainda estão indisponíveis, por conta do bloqueio judicial. A expectativa é de que eles comecem a ser liberados já a partir da próxima terça ou quarta-feira, quando todos os créditos forem efetuados nas contas do total de integrantes da ação.
Esta é mais uma conquista vitoriosa da luta dos associados do Sintsef-BA. O pagamento da ação nº 200334000078596, que pleiteia o reajuste de 28,86% e em trâmite na 6ª Vara da Justiça Federal – DF, é fruto da persistência dos associados que, seguindo as orientações do sindicato, recusaram-se a assinar o acordo com o governo, que apresentava perdas significativas nos valores devidos.
Desta vez, o pagamento judicial contempla mais de dois mil e quinhentos servidores constantes no processo. Moisés Araújo, Coordenador Jurídico do sindicato, esclarece que, como ocorreu com a primeira etapa, o pagamento se refere à parte incontroversa da ação, ou seja, o valor que a União admitiu como devido a cada servidor, e não o efetivamente apurado pelo Setor de Cálculos da Justiça Federal.
“As diferenças de pa-gamentos entre os valores calculados pela Justiça Federal e os efetivamente pagos ficarão aguardando o desenrolar do processo junto à Justiça”, afirma Moisés. Para acompanhar o andamento do seu precatório, acesse o site do TRF na internet http://processual.trf1.gov.br , clique em Processos em Segunda Instância Tribunal Regional Federal da 1ª Região e consulte pelo nome, CPF ou n.º do precatório. Assim que o pagamento for depositado no banco, o tribunal incluirá a seguinte informação: “valor disponível para saque”. Mas cabe lembrar que o saque só poderá ser efetuado após o desbloqueio judicial.
Pagamento
Assim que a Justiça Federal autorizar a movimentação dos depósitos bloqueados, os integrantes da ação de 28,86%, em trâmite na 6ª Vara da Justiça Federal – DF, poderão se dirigir a qualquer agência do Banco do Brasil. Para ter acesso ao seu valor, basta apresentar o CPF ou RG. A Coordenação Jurídica esclarece que, tão logo esteja de posse do relatório de crédito comunicará, por carta, o valor devido a cada servidor.
MP 449/08
A Medida Provisória 449/08, de 03 de dezembro de 2008, em seu artigo 35, determinou que a contribuição do Plano de Seguridade do Servidor Público decorrente de valores pagos em cumprimento de decisão judicial (caso da ação que pleiteia o reajuste de 28,86%) ou mesmo de homologação de acordo, deverá ser retida na fonte. A retenção acontece no ato do pagamento do beneficiário ou seu representante legal, pela instituição financeira responsável pelo pagamento.
Sindireceita Bahia informa:
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Comentário de Walber em Contribuintes passam a madrugada na fila por um atendimento na Receita Federal
Agnelo
Artigos
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Armadilha do Leão
Agnelo
Artigos
Receita avisa que contribuinte que vendeu férias e quiser o IR de volta terá de cair na malha fina
A RECEITA FEDERAL sugere que o contribuinte que vendeu 10 dias de férias e quer de volta o Imposto de Renda recolhido indevidamente pelo Leão, entre novembro e dezembro de 2006 e durante 2007, deve optar por cair na malha fina mesmo. Ela se nega a editar nova instrução para simplificar a devolução do dinheiro. E orienta que a melhor saída para o trabalhador nessa situação é ser chamado a explicar o seu caso pessoalmente na Delegacia da Receita, diante do plantão fiscal. Aqui
Leia também: Um golpe no contribuinte
Caos no atendimento: Contribuintes chegam a esperar 11 horas em Curitiba: Veja aqui a matéria na íntegra.
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Filas por atendimento na Receita Federal atravessam a madrugada em Curitiba
Ainda de madrugada, várias pessoas já esperavam na fila. “Ultimamente temos que estar aqui umas 23h para pegar as primeiras senhas do dia”, disse o contador Nertes dos Santos ao Paraná-TV. Com a ida de vários serviços do INSS para a Receita Federal, funcionários foram transferidos de um órgão para outro, mas mesmo assim as filas aumentaram. Leia em RFB além dos muros corporativistas
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O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, admitiu nesta terça-feira (27) que o reajuste dos servidores públicos e a contratação de novos funcionários dependerá do comportamento da arrecadação tributária ao longo deste ano. Conforme o Correio antecipou em dezembro, se houver queda nas receitas, parte dos acordos firmados com os sindicatos não será cumprida. “Não temos nenhuma decisão. Até março, vamos avaliar o comportamento da receita e o desempenho da economia”. Bernardo, no entanto, mostrou-se pessimista. “Temos certeza de que teremos uma receita bem menor do que a projetada na Lei Orçamentária atual”. Sindireceita
Veja aqui a matéria completa.
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Comentário:
Essa atual Administração perdeu o sentido de unidade laboral do Órgão. O desrespeito aos Analistas-Tributários e A falta de uma linguagem de parceria com todas as categorias do órgão foi fatal para tirar a atração de todos que trabalham e almejam uma carreira valorizada e ligada à atividade - fim do órgão. Mataram a motivação de todas as categorias que não são AFRFB, inclusive, conseguiram desmotivar os ATRFB. Em outras palavras mataram o principal principio ativo que mantinha a SRF funcionando a pleno vapor, saber: a esperança de todos serem reconhecidos e atrelados a uma Única Carreira Típica de Estado. Agora, com desunião, só virá o caos e o desânimo e a má fama do órgão.
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Relato do atendimento no CAC/Goiânia
Embora há bem pouco tempo a administração da Receita Federal do Brasil tenha divulgado que o “caos” no atendimento ao público fora amenizado (Folha Online – 25/09/2008), os fatos relatados pelos Analistas-Tributários em exercício no CAC da DRF/Goiânia, que juntamente com PCC’s fazendários, fazem o atendimento ao público, expõe a situação caótica em que estão sendo prestados os serviços naquela unidade.
Desde o final do mês de dezembro, os Analistas-Tributários e colegas PCC’s fazendários é que estão realizando o atendimento dos serviços previdenciários, além dos demais serviços de natureza tributária.
Com o veto do presidente da República aos pleitos dos servidores oriundos da ex-SRP (Secretaria da Receita Previdenciária), estes retornaram a denominada “operação legalidade”, que consiste em realizar somente os serviços previdenciários que consideram desprovido de natureza técnica, pois entendem que não possuem atribuição legal para desempenhar estas atividades. Assim, deixaram de prestar atendimento aos serviços de regularização de obra, expedição de certidões, ajuste de guia, parcelamento de contribuições, emissão de guia, etc.
Registre-se ainda que, desde a fusão da SRF e SRP, os servidores oriundos da Receita Previdenciária que prestavam atendimento no CAC/Goiânia, se negaram a repassar o conhecimento técnico de suas atividades, como forma de pressionar a administração da RFB na busca de seus pleitos.
Como os colegas previdenciários se negavam prestar o atendimento ao público, bem como fazer o repasse do conhecimento técnico, a chefia do CAC/Goiânia, em acordo com o gabinete do delegado, colocou todos os servidores oriundos da ex-SRP à disposição do gabinete, que os redistribuiu para as outras seções da delegacia.
Com esta medida, o quadro de atendentes do CAC/Goiânia foi reduzido em mais de 50%. Se antes já era difícil atender toda a demanda de serviços de competência da RFB, agora o atendimento de natureza tributária e previdenciária esta sendo realizado apenas pelos Analistas e PCC’s fazendários. Alguns serviços, como a regularização de obra de pessoa jurídica, sequer estão sendo executados.
A situação exposta, que acreditamos não ser diferente em outras unidades de atendimento, não permite que se cumpra uma das metas proposta pela “Super-Receita” – a excelência no atendimento ao público. Além disso, todo o ambiente criado, com a pressão dos contribuintes na busca pelo atendimento, aliada a falta de respaldo técnico para realização de alguns serviços, propicia oportunidades para a ocorrência de erros, expondo os atendentes a terem de responder por supostos ilícitos funcionais em eventuais auditorias, mesmo com as condições de trabalho apresentadas.
Por fim, não obstante a caótica situação ora apresentada, há de se destacar que os Analistas-Tributários e PCC’s fazendários não estão medindo esforços para, na medida do possível, inclusive extrapolando seu horário normal de trabalho em alguns momentos, prestarem atendimento satisfatório aos contribuintes que procuram os serviços do CAC/DRF/GOI. Sindireceita
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Ministério da Fazenda devolve funcionários do SERPRO
O ministro interino da Fazenda, Nelson Machado, decidiu mandar de volta para o Serpro, todos os funcionários da estatal que prestam serviços em diversas unidades do ministério. Segundo informações da Fenadados e Sindicatos ligados aos trabalhadores em processamento de dados, como o SINDPD-Pernambuco, isso significa um universo de mais de 2.800 funcionários lotados tanto neste órgão (90% na Receita Federal) quanto em outras unidades da Administração Federal. E os mais novos teriam, pelo menos, 20 anos de carreira.
Machado se baseou no artigo 323, parágrafo único, da Medida Provisória 441 - que está em tramitação no Congresso e define regras para diversas carreiras no governo. O assunto passou a ser tratado pelo governo, depois que o Tribunal de Contas da União decidiu que cargos comissionados não podem ocupar funções típicas de funcionários de carreira dos ministérios. O artigo utilizado na MP diz o seguinte:
“Art. 323 - A cessão de servidores do Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO para a administração federal direta, autárquica ou fundacional dar-se-á, exclusivamente, para o exercício do cargo em comissão, observado o disposto no § 1o do art. 93 da Lei no 8.112, de 1990.”
O ministro interino determinou que os “titulares dos órgãos integrantes da estrutura do Ministério da Fazenda”, que contam com empregados do SERPRO em cargos comissionados, deverão encaminhar imediatamente os nomes daqueles que possam ser “dispensáveis”.
Até o dia 30 de abril a Secretaria-Executiva, comandada por Nelson Machado, deverá elaborar, por intermédio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, um “cronograma de devolução dos empregados do SERPRO em exercício nos órgãos cujos titulares, até esta data, não manifestarem interesse na sua manutenção.”
“Havendo interesse na manutenção de empregado do SERPRO, que já se encontrava em exercício no Ministério da Fazenda em 12 de fevereiro de 2004, a chefia imediata deverá declarar que ele não exerce atribuições privativas de carreiras de Estado e que suas atividades são compatíveis com as atribuições do respectivo emprego,” diz o parágrafo primeiro do artigo segundo desta portaria.
Caso o gestor tenha dúvidas quanto à “compatibilidade das atividades desenvolvidas pelo empregado do SERPRO”, este deverá consultar a respectiva área de gestão de recursos humanos.
A portaria assinada por Nelson Machado, como ministro interino da Fazenda, não deixa claro o que irá ocorrer com esses funcionários quando forem devolvidos para o SERPRO. Quem resolverá a questão será a Diretora de Administração, Vera Moraes.
Gaudio Souza: Esse é o destino de todos os servidores públicos, que encomodam na Justiça, somos descartavéis.
O Ministério da Fazenda publicou no Diário Oficial desta quarta-feira (21) a Portaria nº 10, que disciplina a gestão dos empregados do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) em exercício nos órgãos integrantes da estrutura do Ministério.
” Art. 1º Determinar aos titulares dos órgãos integrantes da estrutura do Ministério da Fazenda, onde têm exercício empregados do Serviço Federal de Processamento de Dados - Serpro, que observem o disposto no art. 323, parágrafo único, da Medida Provisória nº 441, de 29 de agosto de 2008.
Art. 2º A Secretaria-Executiva, por intermédio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, deverá, até o dia 30 de abril de 2009, elaborar cronograma de devolução dos empregados do Serpro em exercício nos órgãos cujos titulares, até esta data, não manifestarem interesse na sua manutenção.
§ 1º Havendo interesse na manutenção de empregado do Serpro, que já se encontrava em exercício no Ministério da Fazenda em 12 de fevereiro de 2004, a chefia imediata deverá declarar que ele não exerce atribuições privativas de carreiras de Estado e que suas atividades são compatíveis com as atribuições do respectivo emprego.
§ 2º Para efeitos do disposto no parágrafo anterior, havendo dúvidas quanto à compatibilidade das atividades desenvolvidas pelo empregado do Serpro, a chefia imediata deverá consultar a respectiva área de gestão de recursos humanos.”
Veja aqui a Portaria nº 10.
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Dentre as causas da crise mundial, que vem assolando o globo nesta década, alcançando o seu ápice em 2008 com a crise financeira provocada pelo escândalo dos empréstimos “subprime” nos EUA, duas são certamente consensuais entre os analistas: a política de desregulamentação do sistema financeiro internacional, em defesa do lucro desmedido e a crise moral, que deixou de impor limites aos auto-interesses dos dirigentes de grandes grupos.
O Citgroup, um dos grandes bancos mundiais, é ícone dessa mistura desastrosa para a economia dos Estados Unidos e para o resto do planeta. As palavras de Thomas G. Maheras, ex-diretor de operações do grupo, foram suficientes para abonar a manutenção de investimentos da ordem de US$ 3 bilhões em hipotecas que se mostrariam, mais tarde, fatais para aquela instituição. A crença na palavra ao invés da ancoragem em dados reais deixou oculto o verdadeiro interesse: manter as remunerações milionárias da sua diretoria.
A falta de um olhar do interesse público sobre as ações de qualquer instituição, seja pública ou privada, que possa garantir que essas atividades sejam exercidas com respeito ao interesse da coletividade, leva a acontecimentos como os que deram origem a essa crise mundial. Quando pensamos a Receita Federal do Brasil - órgão da administração tributária da União que cumpre o papel estratégico de prover o Estado de recursos, informar e assistir os contribuintes de forma ágil e conclusiva, além de promover a segurança, a confiança e a facilitação do comércio exterior - e compreendemos a responsabilidade que carrega, não vemos um 2009 de bons augúrios. Isto porque estamos vendo na Receita Federal do Brasil e nas organizações constitutivas do Estado brasileiro ocorrer os mesmos erros que aconteceram nessas grandes organizações: falta de visão do interesse público sobre as ações dos dirigentes de órgãos dessa importância
A sociedade, através do parlamento, do governo e de seus ministros, tem deixado de fora do debate da reforma tributária aspectos essenciais da administração tributária brasileira, onde existem problemas estruturais sérios que não permitem o cumprimento eficaz das suas responsabilidades. Por outro lado, entregou-se a gestão da RFB a uma categoria que não se identifica com a carreira do órgão (carreira de auditoria da Receita Federal do Brasil) e que, com o poder a eles outorgado, mas não acompanhado pelo governo, empenha-se unicamente a tragar para si todas as atribuições da Receita Federal do Brasil. É comum ver servidores com piso salarial acima de R$ 10.000 atuando em atividades de controle administrativo elementar.
As doenças que levaram grandes organizações, tanto do setor financeiro, como do setor automobilístico, a ruir estão presentes na Receita Federal do Brasil. A diferença é que nesses casos, quando ocorre a falência, os efeitos são graves mais limitados ao setor, a seus proprietários, acionistas e trabalhadores, enquanto neste, a ineficiência empobrece a todo o País. Precisamos chamar a sociedade, o governo e os representantes do povo a assumir o papel de dirigir a Receita Federal do Brasil para o foco do cidadão e do contribuinte e fazer com que esses atores percebam que a sua abstenção aprofunda, ainda mais, o processo de crise pelo qual passamos.
Combater, de fato, a pirataria, que gera um rombo estimado de R$ 30 bilhões e desemprega milhares de trabalhadores, combater o contrabando e a sonegação fiscal, contribuir com a redução de custos de administração fiscal das empresas, melhorando e modernizando o atendimento, aplicar as políticas de combate a crise econômica do governo tornando reais as medidas anunciadas e aproveitando todo o potencial de seus servidores. É em medidas como essas que os nossos administradores deveriam se empenhar, e não concentrar-se em definir mais garantias ao seu cargo, sindicalizando a administração.
Enquanto a Receita Federal do Brasil, através do bom senso de seus administradores, não reconhecer a carreira de auditoria (analistas-tributários e auditores-fiscais) como o motor que da força ao órgão, e mantiver a política de alijar mais de 7.500 servidores de nível superior do esforço hercúleo que a sociedade espera dela nesse momento, podemos afirmar que, se o País conseguir atravessar essa turbulência, não terá sido pelo mérito da Receita Federal do Brasil, mas dos demais cidadãos que colocaram os interesses do Brasil sobre o seu auto-interesse. Sindireceita
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Postado por Gaudio Souza
A influência da mídia é tamanha e envolve interesses tão incompreensíveis para a maioria, que assim como eu, sei que muita gente não tinha conhecimento disso até agora!
O racismo faz com que seja divulgado tão massivamente que Obama, o negro eleito presidente dos Estados Unidos é filho de um negro africano. Os parentes deste pai queniano, residindo todos na África, já foram muito mostrados nas TVs pelo mundo! Mas apesar de até “esquecerem” de mencionar, ele teve mãe!!!
Mas o que o racismo pode fazer . . . Obama tem uma irmã americana-filipina. Sua mãe era americana e branca! Seus avós, que praticamente o criaram eram americanos brancos!
Muito interessante mas estranho, a mídia simplesmente não mencionar tudo isso, como se ele, Obama, fosse um negro americano, filho de um negro africano e fim!
Coisas de quem é racista, ou tem sabe-se lá qual interesse . . .
Leia também: A vida não convencional da mãe de Barack Obama
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Um pacotaço de investimentos no setor de energia. Uma fonte do setor disse que o Plano Estratégico da Petrobrás “vai jogar pesado” na construção de refinarias de petróleo e no desenvolvimento da chamada camada do pré-sal, que representa uma área com grande potencial de exploração de petróleo. O conselho de Administração da Petrobrás, no Palácio do Planalto, aprovou o Plano Estratégico. Depois de quatro adiamentos, a Petrobrás anunciou ontem seu plano de investimentos para o período de 2009 a 2013, com previsão de US$ 174,4 bilhões. Esse valor representa o crescimento de 55% com relação ao plano do período 2008-2012, de US$ 112,2 bilhões. Em coletiva de imprensa na noite de ontem, porém, o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, disse que a estatal vai trabalhar para desembolsar um valor menor pelos projetos, que foram calculados com base em custos inflacionados.
“Vamos lutar fortemente para reduzir os custos dos investimentos”, afirmou Gabrielli. Do total proposto, US$ 104,4 bilhões serão direcionados para a área de exploração e produção, dos quais US$ 47,9 bilhões referem-se a novos projetos, incluindo o pré-sal. A meta de produção da companhia em 2013 será de 3,6 milhões de barris de óleo e gás por dia, dos quais 3,3 milhões serão extraídos no Brasil.
Em 2020, o volume de produção total deve subir para 5,7 milhões de barris por dia - 5,1 milhões no Brasil. O volume é superior ao produzido atualmente pela Exxon, maior petroleira de capital aberto do planeta. “Mantemos o objetivo de ser uma das maiores companhias de energia do mundo”, afirmou Gabrielli. Leia mais em Estadão.
leia também: PRESIDENTE LULA CUMPRIU A PROMESSA de 1O MILHÕES DE EMPREGOS
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De Fernando Figueiredo Mello no site da revista Brasileiros:
Barack Obama não entrará na história somente por ser o primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos. Será lembrado também como o que melhor utilizou uma ferramenta fundamental dos dias de hoje: a internet. O democrata soube ler o mundo atual como ninguém e conectou-se a ele pela web.
Vamos aos números. Além do site oficial (www.barackobama.com), Obama é o primeiro presidente com página na rede social Myspace, com mais de 850 mil amigos (entre aqui). Sim, John McCain também tem um perfil no site, mas a história vai lembrar do democrata. Também porque não pára por aí. Obama tem sua própria rede social na internet, a mybarackobama.
Outro site explorado por ele é o Youtube. Os vídeos no canal oficial do novo presidente dos EUA foram vistos mais de 20 milhões de vezes. No mesmo site, há mais de mil músicas e vídeos em homenagem ao democrata. No Flickr, site no qual os usuários compartilham fotos, ele também tem seu perfil. Veja as fotos com a tensão de Obama na apuração passando para o alívio na hora da vitória.
E tem mais! Obama pegou carona na nova febre da internet, o Twitter, uma rede social que permite aos usuários enviar mensagens de até 140 caracteres, via mensagem de texto do celular, messenger, e-mail ou pelo site oficial. O primeiro presidente negro simplesmente é o usuário com maior número de seguidores no Twitter (quase 120 mil). Confira.
Para completar, grande parte dos US$ 605 milhões arrecadados na campanha veio pela web, de pessoas físicas.
Por essas e outras, Obama teve o apoio maciço nas urnas dos jovens norte-americanos, público antenado na internet e que se conecta com freqüência alucinante nos canais utilizados pelo presidente eleito na histórica terça-feira, dia 4 de novembro de 2008. Pelos números finais das eleições, Obama teve 66% dos votos entre os norte-americanos com idade de 18 a 29 anos, que representam 18% do eleitorado. É muita coisa.
Definitivamente, Obama está online com o mundo.
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Essa categoria de Analista-Tributário é o maior problema para a Super-Receita , enquanto perdurar a visão de administrar “pelo e para” o corporativismo
Agnelo
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Postado por Professor Carlos:
As discussões sempre são ferteis, mas a historia do Brasil não obedece a lógica do conteudo dessas discussoes. Vide exemplos, doa a quem doer:
1-os TTN, travestidos de Trouxas do Tesouro Nacional, se mantiveram acoplados (posso dizer intrinsecamente) na carreira de AUDITORIA, até hoje.
2-essa categoria de ATRFB é o maior problema para a Super-Receita , enquanto perdurar a visão de administrar “pelo e para” o corporativismo . Se a Unafisco resolvesse esse problema, a Super-Receita seguiria seu curso normal como qq instituição que passou por uma rude reengenharia, com deficit ou superavit de arrecadação.
3- ocorre que a CATEGORIA de ATRFB é o espinho na Carne (digo espinho da Carreira de AUDITORIA,) que não deixa que os deslizes administrativos cometidos pelos Staff corporativo passem em branco, sem uma chamada e boa critica elaborada pelos ATRFB de PLANTÃO e divulgada na midia, apontando os erros cometidos pela cegueira corporativista dos AFRFB. Isso doi muito muito nos super auditores autosuficientes e que se consideram os gênios da Receita.
4- os ATRFB atingiram a maioridade e fizeram o dever de casa muito bem feito - tão bem feito que atrairam outras categorias para o seu campo de excelencia e sucesso funcional - a ponto de CRIAREM celeuma entre outras categorias para fazerem parte do melhor time de funcionarios públicos do Serviço Público Federal.Todos querem entrar na Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil, BATENDO na porta da Categoria representantes dos ATRFB. Usam até metodos de violencia. Essas categorias sonham um sonho impossível. Enlouqueceram com o status irreversível conquistado pelos Trouxas do Tesouro Nacional.
5- O tempo, não as pessoas, conduzirá os ATRFB ao staff da Administração da SRF. Porque a categoria dos ATRFB já faz parte da historia das classes dominantes do Serviço Público Federal.
6- É irreversível descaracterizar os Trouxas do Tesouro Nacional da condição de Carreira Típica de Estado. Assim como é impossível, pelas vias legais separar os Trouxas do Tesouro Nacional da ANTIGA Carreira de Auditoria do Tesouro Nacional, hoje com o pomposo nome de Carreira de Auditoria da Receita Federal. O nome não importa. Eu prefiro ser chamado de Trouxa do TESOURO. Quanto ao nível de escolaridade, tambem não ligo. Agora quero estar na nave espacial chamada Carreira de auditoria do Tesouro Nacional.
7- Quem conhece processo histórico e,por conseguinte, conhece as IDIOSSINCRASIAS adstritas aos fatos administrativos da Historia do Brasil, sabe que é irreversivel a transformação dos Trouxas em fiscais, doa a quem doer.
8-Essa carreira (com sentido de corrida) e desespero e celeuma toda da emenda 176 não é para o cargo de Trouxa, é para o cargo de fiscal da República. Só trouxa ( com t minusculo) que não enxerga. Ou voces acham que os parlamentares são trouxas de votarem de graça nessa emenda, sem terem seus cupixas na relação de futuros Trouxas do Tesouro.
9- Então, o problema todo se RESUME no verbete - irreversibilidade. Ipso fato, a verdade é que escrevemos Historia com H maiusculo e é uma palavra que os Trouxas do Tesouro Nacional escreveram com trabalho e excelencia e sabedoria, cujo tempo não durou menos que 21 anos.
10- Chorem o leite derramado. Porque nós, ATRFB( ou como queiram Trouxas, auxiliares, etc) tiramos leite da pedra e conseguimos fazer queijo. A história não retrocede, ela sempre avança, assim como evoluiu o cargo de Trouxa do Tesouro Nacional - não importa nome, o importante é o conteúdo.
11-não vou falar mais para não ofender os AFRFB, auditores-fiscais, nossos co-irmãos inseparáveis.
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O programa do governo para habitação é muito importante e será anunciado na semana que vem. O presidente manifestou que gostaria de construir um milhão de casas ainda neste ano. Eu acho que, de fato, faremos isso. Até porque esta será uma das grandes alavancas para retomarmos o crescimento e, principalmente, o emprego - disse o ministro Miguel Jorge. Leia o post completo
Leia também: BNDES terá mais R$ 100 bilhões para investimentos
E mais…. Lula é alvo de protesto na Itália
Economist: The madness of asylum
Atualização em 24/01: Petrobrás investirá US$ 174 bi até 2013
País cria 1ª linhagem de célula-tronco embrionária sem o uso de embriões
Suíça bloqueia contas de envolvidos na Satiagraha
O Brasil já enriquece urânio
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No veículo apreendido por um ATRFB foram encontradas
várias peças automotivas
Em fiscalizações realizadas ontem (22), na Aduana da Ponte Internacional da Amizade, Analista-Tributário apreendeu, por volta de 11h30, um Fiat Uno com placas de Foz do Iguaçu tentando ingressar no Brasil com 1.352 retentores de veículos. A mercadoria estava oculta sob os tapetes e no compartimento do motor.
Logo após, por volta de 12h, outro veículo foi retido. Com placas do Paraguai, um carro transportava 2.000 maços de cigarros no porta-malas. As mercadorias e os veículos foram encaminhados ao pátio de veículos da DRF/Foz do Iguaçu. Com relação às apreensões de veículos realizadas por servidores da DRF/Foz do Iguaçu no último final de semana, em processo de deslacração, somente um dos carros retidos transportava US$ 49.153. Dentre as mercadorias estão câmeras digitais, notebooks, memórias e MP7. As operações do final de semana contaram com a participação de dois Analistas-Tributários. ( Sindireceita com informações da Assessoria de Imprensa da DRF Foz do Iguaçu/PR)
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Analistas-Tributários assumem as Gerências Regionais de Administração da Spoa em três estados
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Os Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil Julio Cesar Kocourek, Carlos Roberto Neri Matos, Mauro de Brito Sousa assumem, na próxima semana, as funções de Gerente Regional de Administração (GRA) da Spoa de Goiás, Amazonas e Mato Grosso. Os três foram aprovados no processo seletivo interno do Ministério da Fazenda/Spoa. Veja as datas de posse abaixo:
* 26/01 = Julio Cesar Kocourek (10ª RF-Agência de Gravataí) - GRA-AM
* 28/01 = Carlos Roberto Neri Matos (Coger) - GRA-GO
* 29/01 = Mauro de Brito Sousa (2ª RF - SRRF/Direp) - GRA-MT
A Diretoria Executiva Nacional parabeniza os colegas Mauro de Brito Sousa, Carlos Roberto Neri Matos e Júlio César Kocourek pelo brilhante resultado e deseja-lhes sucesso nessa nova etapa profissional. Sindireceita
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O Auditor-Fiscal Luiz Tadeu Matosinho Machado é o novo titular da Cosit (Coordenação-Geral de Tributação). A mudança no comando da Coordenação foi comunicada através de uma portaria editada pela RFB (Receita Federal do Brasil) na última quarta-feira (21/1).
Matosinho tem uma trajetória ligada à luta pelos direitos dos Auditores-Fiscais. Ocupou a presidência do CDS (Conselho de Delegados Sindicais) nos biênios 1995/1997 e 1997/1999 e foi diretor de Assuntos Jurídicos da DEN (Diretoria Executiva Nacional) em duas gestões, 1999/2001 e 2001/2003. Além disso, disputou a presidência do Sindicato nas eleições de 1997 e 2003.
A DEN parabeniza o colega pela nomeação. Profundo conhecedor dos prejuízos causados pela edição das normas infralegais que vem usurpando o poder decisório do Auditor Fiscal, o novo coordenador poderá agora atuar diretamente para corrigir esses equívocos. Até porque, enquanto diretor da DEN, Matosinho combateu intensamente o Lixo Normativo que se aplica em grande parte à área de tributação. Unafisco
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Tivemos um problema com o servidor no qual todas as conexões de Entrada foram bloqueadas pelo Software Firewall e o mesmo ficou fora do ar durante parte da manhã, informamos que o problema já foi solucionado.
Pedimos desculpas a todos pelo ocorrido e agradecemos a paciência de todos.
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O Boletim do Sindireceita traz matéria sobre a Carreira no setor público. Nós, Analistas-Tributários e tantas outras categorias vinculadas aos serviços prestados pelo Estado, apesar de estarmos cansados de tantos falatórios sem uma atitude à altura dos problemas que atravessamos no meio de um corporativismo vergonhoso de determinadas categorias, reconhecemos que o tema é de interesse do cidadão brasileiro e que já exige atitude do Governo principalmente para com a Receita Federal.
Leia também em RFB Além dos muros corporativistas: Órgão responsável pela arrecadação de tributos perde eficiência após reformulação feita pela secretária Lina Viera, que vem sendo apontada como a responsável por aparelhamento político do órgão.
Aqui o texto completo do Sindireceita:
Muitas políticas de governo, como é o caso da política de carreiras no setor público, só existem no papel. Podemos definir essa condição na qual o tema esta colocado como o de uma pauta programática – serve para o discurso político, mas não serve para a prática administrativa.
Já no setor privado, como exemplo a não ser seguido, organizações gigantes como a da indústria automobilística dos Estados Unidos vão à derrocada, motivada pela defasagem produtiva e tecnológica com relação a suas concorrentes internacionais e pela mudança de valores dos consumidores que passaram a exigir das empresas maior compromisso social e ambiental.
O governo brasileiro tem buscado se antecipar a esses problemas implementando, há alguns anos, políticas reais para a modernização da gestão do setor privado com o objetivo de trazer maior competitividade às empresas nacionais. Essa estratégia, corretamente, visa enfrentar o cenário de concorrência global para os produtos brasileiros e mantê-los em condições de competir neste mercado.
Embora tenha induzido o setor privado a se reestruturar e a melhorar sua gestão, os condutores dessa política no setor público não se mostraram capazes de vencer as barreiras corporativas de categorias importantes (mas não majoritárias) de servidores públicos reativas a qualquer reestruturação em suas atividades ou processos de trabalho. Mesmo com a criação da Receita Federal do Brasil, que unificou as estruturas da antiga Secretaria da Receita Federal com as da Secretaria da Receita Previdenciária, com o intuito de otimizar os custos administrativos e aumentar a eficiência e efetividade da máquina arrecadadora, não conseguiu dissolver a resistência corporativista da categoria que controla a gestão deste órgão: os auditores-fiscais.
Durante o primeiro mandato do presidente Lula, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão manifestou-se sobre a política para as carreiras como sendo o foco da política de recursos humanos da administração pública federal e se comprometeu a resolvê-la em médio e longo prazo. No início do segundo mandato, o Ministério afirmava que o discurso da herança maldita do governo FHC havia se esgotado e que neste mandato essa pendência deveria ser cobrada desse governo. É o que os Analistas-Tributários irão fazer.
Resgatar a política de carreiras para o setor público, tendo a realidade da RFB como foco, é a tarefa imposta aos Analistas-Tributários. Depois da consolidação de alguns avanços que vieram reconhecer parcialmente a importância do cargo, graças a luta sempre árdua contra os titãs do corporativismo na RFB, precisamos avançar na discussão do nosso espaço na instituição.
Continuaremos a enfrentar as mais diversas manobras – como a recente orientação da cúpula dos “administradores-fiscais” de privilegiar a si próprio na ocupação dos cargos de delegado e inspetor – para tentar dificultar o nosso avanço. Porém, da mesma forma que o consumidor pune as empresas que não correspondem às mudanças nos seus anseios, os cidadãos também saberão impor, politicamente, os seus desejos de melhor eficiência e racionalidade das instituições públicas.
No setor privado, o preço pelo erro de estratégia de uma organização é pago na hora que surge a primeira crise. No setor público a insatisfação do cidadão precisa de um elemento que consiga catalisar, politicamente, o desejo de mudança para que ela aconteça. E nós, Analistas-Tributários, e as demais categorias de servidores que vivenciam a mesma realidade dentro de seus respectivos órgãos, somos os guardiões dessa causa.
O governo já disse que quer ver mudanças nas carreiras. Este elemento é fundamental para o alcance da eficiência e da qualidade na prestação dos serviços públicos, tão cobrados pela sociedade. A crise mundial é o fator conjuntural que cobrará essa mudança. Cabe aos Analistas-Tributários construírem o agendamento dessa pauta na ordem do dia da política anticrise e provar, definitivamente, que temos um projeto que une Estado e sociedade na realização do interesse público, da defesa da economia nacional e do trabalhador brasileiro.
Vamos acabar com o desperdício de milhões de reais no setor público com a instituição de verdadeiras carreiras, pois só assim se dará fim aos conflitos internos deste setor, aproveitando integralmente o potencial de cada servidor.
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O jornal O Estado de S. Paulo publicou ontem (20/01), diz a Unafisco, a informação de que a arrecadação de dezembro sofreu uma redução de R$ 3,5 bilhões. Em janeiro, a RFB (Receita Federal do Brasil) já teria arrecadado R$ 600 milhões a menos do que o previsto. No período entre 20 de dezembro do ano passado a 10 de janeiro deste ano, o IR (Imposto de Renda) e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) apresentaram uma queda de 19,3%.
Prevendo a queda na arrecadação, a equipe do Ministério do Planejamento pretende fazer um corte de R$ 26 bilhões no orçamento do Governo Federal deste ano, cuja previsão é de R$ 659,6 bilhões. Os cálculos da RFB, segundo a matéria, são mais pessimistas. O corte terá de ser maior para que as despesas se adéquem à previsão de receita.
Mais desonerações - Mesmo com toda essa previsão de redução de receitas, o Governo pretende desonerar ainda mais o setor produtivo. Também ontem, matéria do jornal Correio Braziliense informa que o presidente Lula pretende anunciar até o próximo dia 28 um pacote de medidas para ajudar os setores mais afetados pela crise mundial.
O presidente quer desonerar impostos e oferecer mais créditos para alguns setores, como construção civil, automotivo, agricultura, calçadista e mobiliário, que estão demitindo em massa. Já está sendo cogitada, inclusive, a extensão do prazo de vigência da redução do IPI sobre o carro zero, inicialmente previsto para acabar em março. O Governo também deve desonerar as compras de máquinas e equipamentos para empresas que se comprometam a ampliar o parque produtivo e criar empregos. Também vai reduzir a zero o IPI sobre insumos usados no setor agrícola.
É uma equação que será difícil de fechar: abrir mão de receita no momento em que o caixa já dá sinais de esvaziamento. Os Auditores-Fiscais continuarão trabalhando para que, mesmo nesse cenário complicado, as metas de arrecadação sejam alcançadas, o que ajudará a diminuir os impactos da crise mundial sobre a economia brasileira.
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ENTREVISTA - “Extinguimos a declaração de isentos, algo que incomodava os cidadãos, principalmente os de baixa renda”
Um dos grandes problemas enfrentados pela delegacia da Receita em Natal é a reduzida quantidade de profissionais para a grande demanda. Mas este parece ser um problema de outras regiões do país. Como o órgão pretende corrigir essa deficiência em 2009?
Realmente o problema existe em todos os Estados da Federação e estamos preocupados, pois, como já disse, uma de nossas metas é melhorar o atendimento. Mas estamos buscando e já conseguimos algumas soluções, como é o caso dos convênios com as Centrais do Cidadão, recentemente assinado com o Governo do Estado; a disseminação da certificação digital em parceria como CRC e SESCON é outra medida nessa direção. Além disso, dou uma boa notícia: já conseguimos a autorização para realizar concursos públicos para Auditor, Analistas e carreira PCFaz. Leia a entrevista completa em Tribuna do Norte.
Leia também em Correio Braziliense: Receita Federal em marcha lenta.
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As últimas notícias neste domingo relatam sobre o cessar-fogo em Gaza, com o início da retirada das tropas invasoras de Israel. Saem deixando um rastro de sangue, exemplos da mais horrenda barbárie, como a utilização de novas armas de mutilação de corpos, como os explosivos de metal denso inerte, tecnologia do horror da máquina de destruição americana, cedida a Israel. Junto deste possível final de capítulo, infelizmente sem solução definitiva à vista, descobrimos que o mundo repudia o sionismo e a limpeza étnica que esta política pratica contra a população palestina. Foram muitos os protestos por todo o planeta. Foi na internet, muito mais que na mídia tradicional, que lemos, tomamos conhecimento dos fatos, e da história desta triste realidade. Leia mais em AbundaCanalha
Israel contrata ‘exército de blogueiros’ para combater sites antissionistas
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Brasileiros que estiverem no exterior e quiserem transferir dinheiro para o Brasil já podem usar o real como moeda. Circular divulgada na sexta-feira (16) pelo Banco Central regulamenta a operação. Até então, o dólar era a moeda usada para este tipo de transferência. As informações são da Agência Brasil.
A nova regra serve para operações simplificadas e crédito direto a transferências de até R$ 10 mil. Para operações com valor maior que este, o usuário terá de apresentar documento de fundamentação econômica, uma exigência da fiscalização internacional que tem como objetivo evitar a lavagem de dinheiro.
A circular também garante autorização para os bancos internacionais operarem reais e concede ao real patamares de internacionalização.Gazeta do Povo
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Corôa criticou a reserva das funções de Delegado e Inspetor para apenas um dos cargos da Carreira de Auditoria
A Receita Federal do Brasil (RFB) apresentou, na última sexta-feira (16), as linhas gerais dos novos mecanismos de gestão de recursos humanos que pretende utilizar a partir deste ano. A intenção da RFB é criar um Banco de Talentos, um Quadro de Vagas e um Painel de Reconhecimento de Mérito, que vão ajudar a selecionar servidores para ocupar funções como as de delegado e inspetor entre outros. O detalhamento dos projetos será apresentado nos próximos dias.
De acordo com as informações iniciais, o Banco de Talentos reunirá dados de todos os servidores como formação e experiência profissional. Após esta etapa, a RFB pretende traçar um perfil profissional do quadro de funcionários, o que vai auxiliar na definição de políticas, ações, processos seletivos e demais iniciativas na área de gestão de pessoas como a realização de cursos de formação e aprimoramento. Já o Quadro de Vagas vai sistematizar e dar publicidade a todas as vagas disponíveis na RFB. A intenção é que esse processo facilite o preenchimento das vagas com base no perfil dos servidores cadastrados no Banco de Talentos.
No caso do Painel de Reconhecimento de Mérito a proposta é sistematizar informações que também vão auxiliar na seleção de servidores que vão ocupar, inicialmente, as funções de delegado e inspetor da Receita Federal. De acordo com as informações repassadas, os interessados nas vagas vão se candidatar e serão analisados critérios como ética e empatia, capacidade administrativa, competência técnica, trabalho em equipe, dedicação e espírito público. Os servidores das unidades poderão votar e escolher uma lista de cinco candidatos que serão analisados posteriormente, mas a definição do nome será sempre da secretária da RFB.
O Sindireceita foi representado na reunião pelo diretor de Comunicação e Informática, Augusto Corôa, que estava acompanhado pela gerente da Diretoria de Assuntos Jurídicos, Alessandra Damian Cavalcanti. Pela RFB participaram o subsecretário, Odilon Neves Júnior, o coordenador-Geral de Gestão de Pessoas, José Aparecido da Conceição, e os assessores Willian Darwin Júnior, que deve assumir a Cogep nas próximas semanas, e Marcelo Melo Souza. Na primeira parte da reunião também participaram representantes das demais entidades sindicais dos servidores da RFB.
Segundo o coordenador-geral de Gestão de Pessoas, José Aparecido da Conceição, a determinação da RFB é para que apenas auditores ocupem as funções de delegado e inspetor. Mas, ele adiantou que já existe demanda para que o processo, quando for formalizado, possa ser utilizado para seleção e preenchimento de funções na Copei e em outras áreas. A Cogep também vai instituir uma agenda periódica de reuniões com representantes das entidades sindicais. A intenção é que a cada reunião, que poderá ocorrer semanalmente, possam ser discutidos temas pautados previamente pelos sindicatos.
O diretor do Sindireceita, Augusto Corôa, destacou a importância dos instrumentos e, principalmente, ressaltou a necessidade desses mecanismos serem utilizados para a seleção dos servidores com base no mérito, na formação e experiência profissionais. Corôa, no entanto, criticou a postura da RFB que insiste em limitar o acesso às vagas de delegados e inspetores apenas para um dos cargos da Carreira da Auditoria sem fundamentação legal. “A princípio é possível dizer que está havendo uma evolução na utilização dos instrumentos, mas é preciso avançar e mudar a mentalidade e, principalmente, debater e definir as atribuições, pois neste ponto reside a maior parte dos problemas da RFB”, disse. Augusto Corôa acrescentou ainda que o Sindireceita irá encaminhar, nos próximos dias, uma pauta com os assuntos de interesse dos Analistas-Tributários para a Cogep.
Novos mecanismos, antigas premissas
O Banco de Talentos é um instrumento adotado com frequência no mundo corporativo atual, e visa otimizar o aproveitamento dos recursos humanos, além de incentivar o desenvolvimento profissional. Esse instrumento se baseia na identificação de perfis para viabilizar a seleção dos funcionários mais habilitados a preencher postos de chefia e gerência.
Recentemente, o Ministério da Fazenda realizou seleção interna para a ocupação de cargos comissionados de Gerente Regional de Administração da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração. Acertadamente, propiciou-se ampla participação dos servidores do Ministério da Fazenda que, por mérito, alcançaram suas classificações.
É com pesar que, no âmbito da Receita Federal do Brasil, assistimos à contaminação desse valioso instrumento por concepções típicas do corporativismo nocivo tão defendido pela outra entidade sindical. Tendo em seus quadros dois cargos de nível superior, Analista-Tributário e Auditor-Fiscal, os atuais dirigentes declaram que a esse último serão reservadas todas as vagas de inspetor e delegado. Com que fundamento?
Aparentemente, os motivos são as características históricas do comando da RFB, que, inclusive, construiu e editou sua proposta sem qualquer participação das entidades representativas dos servidores. Paradoxalmente, são essas características que a instituição de Banco de Talentos se propõe a evitar: valores, atitudes, cultura e habilidade de comunicação errados. O Sindireceita não corrobora com iniciativa que vai contra sua finalidade pois, fatalmente, não beneficiará a organização.
Toda e qualquer medida de gestão que, de fato, valorize o mérito funcional e a capacitação, estimulando, assim, o conjunto de servidores, será bem-vinda. Porém, no caso aqui noticiado, o corpo gestor já anuncia que partirá para o Banco de Talentos contaminada por premissas equivocadas, que não se encaixam em um sistema moderno de gestão, mantendo, inclusive, uma estrutura de carreira confusa e cheia de distorções.
O imbróglio administrativo hoje mais relevante para a Receita Federal do Brasil - as atribuições da carreira de auditoria e dos demais cargos que nela atuam - continua a ser “empurrado” pelos atuais dirigentes. Definir as atribuições de cada cargo, e, com isso, definir o quantitativo ideal de servidores em cada um deles, é indispensável para que outras ações sejam viabilizadas. Sem encarar de frente esse problema, por meio de um processo transparente, isento e participativo, o Banco de Talentos, assim como outras iniciativas na área de gestão de pessoas, corre sério risco de fracassar.
O País atravessa um período de crise em que a redução no ritmo de crescimento econômico e as medidas de desoneração tributária demandarão muito mais eficiência do Órgão. Nesse período, alcançar novos recordes de arrecadação tornar-se-á bem mais difícil. A obtenção de bons resultados exigirá, mais do que nunca, a quebra de velhos preconceitos e paradigmas. Até aqui, infelizmente, a administração da RFB não dá sinais de que velhas concepções serão superadas.
Nesse ano que se inicia, continuaremos, como sempre estivemos, dispostos a agir proativamente com o que venha a fortalecer a Instituição e seus servidores. Porém, ao mesmo tempo, não abriremos mão de reivindicar do governo, em especial da RFB, com empenho crescente, que a carreira ARFB seja estruturada adequadamente.
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Este tema é bastante interessante e complexo, principalmente para os blogueiros e seus leitores. Veja em Zéducando a matéria completa. O segundo título acima (”Igual, mas Diferente”) é o de uma reportagem da revista “Imprensa“, lida em papel, edição Nº 238, de setembro/2008. Na capa da revista aparece estampada a frase “Blogueiro não é jornalista”. Encontrei apenas ‘fragmentos’ deste artigo na Internet, cujas referências coloco ao final deste post. Desta forma, fiz uma montagem e a seguir disponibilizo para deleite dos leitores deste blog.
Minha opinião é a de que blog é jornalismo sim, com tudo de bom e de ruim que vem junto, desde sua importância para o segmento da comunicação humana, cada vez mais um imperativo do mundo moderno, até as mazelas dos tradicionais jabás, hoje inclusive com a sofisticação dos ‘presentes tecnológicos’. Basta ver, de um lado, a quantidade de jornalistas que possuem blogs, e de outro o excelente conteúdo da maioria dos blogs de ‘não-jornalistas-profissionais’. A questão ética não pode ser deixada de lado, e aí se impõe a questão do ‘limite ético’, cada blogueiro-jornalista tendo o seu, mas devendo existir, a meu ver, um ‘mínimo ético’, jabás fora, ou repartidos na comunidade de alguma forma.
“Ele não é apenas o arquivo da opinião moderna ou a repercussão de uma impressão geral, ele é o motor dos espíritos, descobre novas e fecundas relações sociais (…); consagra e robustece a solidariedade moral que liga os homens, a fraternidade que os prende. (…) Ensina, professa: alumia sobretudo; ele é o grande construtor do futuro; não é só o fato de hoje que o prende - isso é o menos: é o fato que o futuro contém; ele vai das relações presentes às relações futuras e mostra a revolução (…) imensa pela qual a humanidade trasnsforma e refaz o seu destino (…). É por isso que ele contradiz muitas vezes a opinião recebida, e com razão”
Não tivesse sido escrita em 1876 pelo português Eça de Quirós, a descrição acima poderia muito bem ter sido feita ao mais interessante fenômeno de comunicação da última década: os blogs e blogueiros. Mas Eça louvava os jornais e os jornalistas. Algo mudou.
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BC - Henrique Meirelles anuncia deixar o cargo após 6 anos de reinado pró-mercado.
Agnelo
Artigos, Rapidinhas
Henrique Meirelles já comunicou ao presidente Lula que deixará o comando do Banco Central em breve, depois de seis anos no cargo. Talvez o presidente finalmente crave um nome mais afinado com a ala desenvolvimentista do governo, hoje majoritária. Os amantes do crescimento têm esperança de que o futuro titular se alinhe a um projeto nacional e não sistematicamente sabote a economia brasileira a qualquer sinal de sopro de vida. CartaCapital
Leia também… no Estadão: Meirelles nega informação sobre saída do BC
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O novo veículo do presidente eleito possui proteção contra balas, mísseis e granadas, é equipado com metralhadoras e lanternas de visão noturna, e não explode mesmo que uma bomba seja detonada sob a carroceria. Confira em Época as características do “Obamamóvel”, divulgadas por Gizmodo em seu blog.
Leia também….. As curiosidades e extravagâncias da posse de Obama
E mais…. Homem é preso nos EUA por proferir ameaças de morte a Obama na internet
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O ex-ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, José Dirceu, acaba de ser excluído de um dos processos que lhe foram movidos em relação ao episódio que ficou conhecido como mensalão. O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com a ação às vésperas de Dirceu perder o mandato de deputado federal, cassado pela Câmara (dezembro/2005), mas agora a Justiça Federal considerou “não haver quaisquer indícios de ato de improbidade” praticada pelo ex-ministro. Leia em DesabafoBrasil
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O Banco Central vai transferir ao caixa do Tesouro Nacional um megalucro obtido no segundo semestre de 2008, que deve superar a marca de R$ 100 bilhões, segundo cálculos preliminares obtidos pela Agência Estado. O dinheiro será depositado na conta única do governo federal. E só poderá ser utilizado para o abatimento do estoque da dívida pública, e não para aumentar gastos orçamentários.
O reforço no caixa vai ampliar a margem de manobra do Tesouro para refinanciar a dívida pública federal. Em um ano de crise global e forte volatilidade nos mercados financeiros, os recursos permitirão que o governo resgate dívida em períodos de estresse, em que o custo de rolagem dos títulos que estão vencendo se torna inaceitável.
A transferência do lucro reforça o chamado “colchão de liquidez” e dá conforto para uma eventual necessidade de resgate da dívida por causa da redução de demanda dos investidores, em um ano no qual o governo deve ter superávit primário menor. A expectativa de um “resultado fabuloso” do BC a ser repassado ao Tesouro está sendo levada em conta na estratégia de gestão da dívida pública para os próximos dois anos. Agencia Estado
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O presidente Lula afirmou nesta quinta-feira que reunirá “todas as centrais sindicais do País” na próxima segunda para discutir o que o governo poderá fazer para evitar as demissões decorrentes da crise financeira mundial. “Já pedi ao Ministério do Trabalho um relatório e vou pedir às centrais que apresentem para mim um relato completo de tudo o que está acontecendo sobre o risco de demissões. Só assim vamos ver o que podemos fazer”, disse Lula. O presidente afirmou que a crise econômica tem afetado mais o crédito do que o emprego. Ele disse que o desemprego de dezembro foi “menos pior” do que se esperava, pois 2008 teria fechado com cerca de 1,5 milhão de empregos novos. VideVersus
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Fiesp quer empréstimos e o direito de demitir
O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, contestou ontem as declarações do ministro Carlos Lupi (Trabalho) de que as empresas beneficiadas por medidas do governo não possam demitir. Skaf também defendeu a redução da jornada de trabalho e de salários para evitar demissões no País sem a garantia de estabilidade de emprego. Na terça-feira, Lupi havia dito que não há motivo para demissões e defendeu que sejam dadas garantias de emprego pelas empresas que recebem incentivos e crédito subsidiado do governo.Tribuna da Bahia
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A Câmara dos Deputados discute o Projeto de Lei 4255/08, do deputado Vicentinho Alves (PR-TO), que concede o dobro da dedução no Imposto de Renda por dependente no caso de contribuintes que adotarem menores internos em orfanatos públicos ou particulares. Atualmente, de acordo com a tabela da Receita Federal, o desconto por dependente a ser feito pelos contribuintes, referente ao ano calendário de 2008, será de R$ 137,99.
Vicentinho garante que o projeto não afetará as metas de resultados fiscais previstas no anexo próprio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e que a proposta é um incentivo para que as famílias adotem crianças e, ao mesmo tempo, um beneficio para aqueles que queiram ajudar o País socialmente. (Informações da Agência Câmara)
MP 441 segue para as mãos de Lula
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados encaminhou ao Palácio do Planalto a mensagem referente à medida provisória 441. O comunicado, de nº 001/09, tem como data de referência terça-feira, dia 13. O prazo máximo para sanção é de 15 dias úteis. Blog do Servidor
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A razão é que, como as mudanças nos contracheques foram autorizadas por MPs - duas delas já convertidas em lei -, não basta pura e simplesmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva baixar um decreto revogando o que está escrito. É necessário, conforme esse entendimento, a aprovação de uma nova lei. Ainda que o governo tenha incluído em uma das MPs um artigo atrelando os aumentos ao comportamento da receita. Diz o blog do servidor
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Uma leitura atenta dos textos dos sionistas fundadores do Estado de Israel revela tudo aquilo que o Ocidente hipocritamente ainda hoje finge desconhecer: a criação de Israel é um ato de ocupação e como tal terá de enfrentar para sempre a resistência dos ocupados; não haverá nunca paz, qualquer apaziguamento será sempre aparente, uma armadilha a ser desarmada. Leia o texto de Boaventura Sousa Santos em cartamaior.
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Após asilo a Battisti, Itália convoca embaixador do Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou no início da semana ao ministro da Justiça, Tarso Genro, que aprovasse refúgio a Battisti, um dos chefes da organização de extrema-esquerda “Proletários Armados pelo Comunismo” (PAC). Aqui
Carla Bruni foi ‘decisiva’ no caso Battisti
O advogado de Cesare Battisti, Eric Turcon, afirmou hoje na rádio francesa RTL que o presidente Nicolas Sarkozy interveio no processo de asilo político ao ex-terrorista italiano, através da mulher, Carla Bruni. “Provavelmente seguiu os conselhos de Carla)”, amiga do escritor francês Fred Vargas, muito próximo de Battisti, que tem cidadania francesa. Sarkozy “escutou-a e aceitou agendar um encontro com o secretário nacional de Justiça do Brasil. Diz Claudio Humberto que graças a esse encontro, saiu o asilo político”, garantiu o advogado. O presidente e a mulher estiveram recentemente no Rio, em visita oficial, quando se reuniram com Lula, e depois “em férias”, no litoral nordestino. O governo francês desmentiu o advogado do ex-terrorista.
O caso assume proporções de crise entre os dois países: a Itália pediu oficialmente hoje ao presidente Lula que reveja a decisão.
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O Complexo de DEUS
Agnelo
Artigos
Postado pelo Senhor Justiça
Para aqueles que não sabem o que é Complexo de Deus, vai aqui uma breve explicação.
Complexo de Deus
De Suzana Marion
Quem tem Complexo de Deus acredita ter todas as respostas e que seria ultrajante ouvir qualquer pergunta, que é bom demais para se explicar. Ele não tem opinião, tem certeza, não pede, ordena. Quem tem Complexo de Deus diz “haja luz” e espera em vão que o ambiente se ilumine, mas ao contrário, enegrece tudo com sua arrogância, seu autoritarismo.
Quem tem Complexo de Deus acha que está acima de qualquer lei, acima de qualquer sentimento e dentro dos pensamentos alheios. O sujeito com complexo de Deus acredita ser aquilo em que todos estão pensando, se a terra gira em torno do sol, os humanos tem de girar em torno dele. Ele conta vantagem, faz cortesia com o chapéu alheio, está sempre a procura de humilhar alguém para se sobressair.
O Complexo de Deus não vem apenas com arrogância, mas também com desprezo por qualquer idéia alheia que não possa ser roubada em sigilo, sem parecer oportunismo. O pacote completo inclui uma incapacidade extraordinária para ouvir e debater, e mesmo que o sujeito não admita (na verdade é bem certo que ele negue), é uma incapacidade como cegueira ou surdez, praticamente lhe falta um sentido.
É triste a vida de quem tem complexo de Deus porque esse cara não tem companhia ou respeito. Ele causa medo e indignação, é ineficaz, porque enquanto Deus de verdade se manifesta em amor, o cara com complexo de Deus age por meio do ódio. No fundo ele odeia a si mesmo (e aos outros por tabela), como se soubesse o quanto desagradável é sua presença e quisesse poupar a todos, mas na verdade ele só é triste e sozinho, inseguro… então veste essa máscara de todo-poderoso e caminha altivo por aí, procurando funcionários, filhos, colegas do clube, da associação de bairro, e transeuntes de qualquer espécie para impor seu desejo, falar de si mesmo e, é claro, infernizar a vida de qualquer cristão.



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