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Mais uma vez peço licença a Roberto Carlos (RJ) para transcrição do seu artigo em RFB Além dos muros corporativistas:
Prezados leitores,
O trecho abaixo destacado, do boletim nº 188 (de ontem, 01/10/2008) do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da RFB) leva-nos a algumas reflexões, as quais compartilho convosco logo abaixo.
O trecho destacado:
“[…]A alteração, segundo o secretário adjunto, foi motivada pela alegação do Tribunal de Contas da União (TCU) da existência de desvio de função na área de atendimento, onde outros servidores da Receita Federal do Brasil também atuam.[…]“
As reflexões:
1) Como exposto em “Os desvios de função na RFB analisados pelo Tribunal de Contas da União (TCU)“, o TCU vem cobrando à Receita Federal uma solução para o problema dos desvios de função há muitos anos. Recentemente, houve pelo menos duas grandes oportunidades para se resolver esse problema (e outros relativos à estrutura dos cargos e carreiras do Fisco Federal) da forma juridicamente adequada: em lei (estrito senso): a primeira quando da criação da “Super Receita” (fusão das Secretarias da Receita Federal e da Receita Previdenciária - o que deu origem à Receita Federal do Brasil - RFB); a segunda, mais recentemente, quando houve as rodadas da mesa de negociação salarial, quando o governo e os representantes da categorias estiveram reunidos em diversas ocasiões (a negociação durou cerca de um ano). Um assunto dessa importância poderia ser tratado em paralelo. Tudo bem que pudesse até haver a sinalização de um novo ciclo de negociações especificamente sobre esse ponto (que, admitimos, naquele momento, poderia embaraçar as negociações salariais).
O que não consideramos correto é que se venha, agora, depois de tanto tempo do início das cobranças do TCU a esse respeito, justificar a edição de um decreto de atribuições que, a esse pretexto, extrapole o que dispõe a lei de estruturação da carreira Auditoria (Lei nº 10.593/2002, com a redação da Lei nº 11.457/2007). Acredito que também aos colegas que estão “em desvio de função” não interesse essa solução precária (em decreto, e não em lei, como devido). Os idealizadores dessa alteração, por meio de decreto, parecem estar a querer dar um ar de legalidade àquilo que ainda estará a carecer de base legal.
2) Tenho visto algumas opiniões no sentido de que a idéia de edição desse decreto, da forma como minutado, seria para arrefecer alguns movimentos pela “estrita legalidade”, encetados por integrantes das categorias ditas em desvio de função nas atividades de atendimento da RFB. Mas a “estrita legalidade” não se encerra somente no âmbito dessas categorias. Diga-se, de passagem, que, a julgar pelo prenúncio da edição desse decreto, o movimento é, pelo menos em parte, vitorioso, ou seja: está a lograr a demonstração de que, em realidade, na prática, exercem atribuições (no atendimento da RFB) não reconhecidas em lei.
O que vêm a ser esses movimentos? Significa que seus adeptos passam a exercer estritamente as atribuições definidas em lei. Nem mais nem menos. Aliás, em Direito Administrativo, é pacífica a noção de que se ao particular é facultado exercer qualquer atividade não vedada em lei, ao servidor público, de modo bem diferente, só é facultado exercer atribuições expressamente definidas em lei. Na prática, a adesão à “estrita legalidade” significa um choque de realidade contra os monopólios atributivos existentes. Significa expor à opinião pública a enorme distância existente entre as atribuições definidas artificialmente em lei e as efetivamente exercidas pelos integrantes dos cargos em exercício na RFB, em especial no âmbito da carreira Auditoria.
3) Em relação a esse movimento (da “estrita legalidade”), no que diz respeito a um eventual movimento similar, por parte de Analistas-Tributários, há vários dispositivos da lei de regência de atribuições da carreira Auditoria (Lei nº 10.593/2002, com a redação da Lei nº 11.457/2007), que, interpretados de maneira restritiva, e de tal modo exercidos na prática, significarão um engessamento ainda mais profundo dos processos e procedimentos institucionais na Receita Federal do Brasil, o que seguramente, se vier a ocorrer, causará, nos serviços afetados, enquanto perdurar, um impacto bastante equiparável a um movimento paredista.
Por isso mesmo, dada a amplitude de seus efeitos, é que tenho defendido que uma medida de tal impacto não deva ser tomada senão em derradeiro esforço, junto à Administração, pelo adequado reconhecimento em lei, condizente com a realidade, de todas as atividades exercidas na prática por Analistas-Tributários. Em outras palavras: em razão dos indesejáveis resultados no andamento dos serviços, defendo que os Analistas-Tributários suportem um pouco mais essa situação (de indefinição, em lei, de atividades efetivamente exercidas), até o ponto onde não reste mais nenhuma mínima esperança de uma solução administrativa (penso que estamos chegando já bem perto disso, infelizmente).
Entre outras atividades que podem vir a ser afetadas, caso essa última hipótese venha lamentavelmente a ocorrer estão a de fiscalização, no controle aduaneiro; as atividades relativas a PER/DCOMPs; as atividades de orientação ao contribuinte, nos CACs etc. E, quanto mais restrições e monopólios atributivos se impuserem no Decreto de atribuições, mais se tenderá a agravar as tensões para que esse quadro se concretize.
Portanto, bem antes disso, é preciso esgotar a busca de soluções para o problema onde haja melhores oportunidades: perante a cúpula administrativa da Receita Federal do Brasil, e junto aos órgãos de controle (Ministério Público, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União etc) e autoridades do Executivo e do Legislativo (por envolver questão de natureza eminentemente político-administrativa, descarto, em primeiro plano, ações judiciais).
Abaixo, a matéria de onde o trecho acima comentado foi extraído:
RFB reafirma que representantes de entidades serão chamados para discutir atribuições
Fonte: (acesso em 02/10/2008):
http://www.sindireceita.org.br/?ID_MATERIA=12493
Participaram da reunião os diretores da DEN, […], e os secretários adjuntos […]
O secretário adjunto da Receita Federal do Brasil […] recebeu diretores do Sindireceita nesta terça-feira (30), para explicar o andamento da minuta de decreto relativo às atribuições da Carreira ARFB (em substituição ao Decreto 3.611/2000).
[…] confirmou que uma proposta preliminar gerada na última sexta-feira (26) vazou, mas disse que não se trata de um documento e que a minuta sequer chegou às mãos da secretária […]. “Aquela minuta não existe. Ela já sofreu várias alterações e ainda tem que passar por um processo interno de depuração”. O secretário adjunto garantiu que o tema será discutido com as entidades e destacou que a atualização do decreto das atribuições não criará, retirará ou ampliará atribuições dos servidores. “Um decreto não pode fazer isso, apenas uma lei”.
De acordo com […], a Receita Federal do Brasil está elaborando uma atualização do Decreto 3.611/2008 com o intuito de mudar o inciso IV do artigo 3º que especifica como atribuição do Analista-Tributário e do auditor fiscal a atividade de atendimento ao contribuinte. A alteração, segundo o secretário adjunto, foi motivada pela alegação do Tribunal de Contas da União (TCU) da existência de desvio de função na área de atendimento, onde outros servidores da Receita Federal do Brasil também atuam. Segundo […], a questão do TCU impôs que a RFB encontrasse uma solução para que ficasse demonstrado que o fato de o servidor administrativo, ou até do Soap atuar em determinadas atividades de atendimento, não configura desvio de função, desde que fique claro que o atendimento como um todo não é uma atividade exclusiva da Carreira Auditoria. “Esse movimento começou com o pessoal do Serpro, que não vislumbrava a função como previsão legal, e foi ampliado por outras entidades como o […] e o […]“.
Paralelo à questão do desvio de função, o secretário adjunto informou, no entanto, que o Ministério do Planejamento havia sugerido uma atualização do decreto e a Receita Federal decidiu fazer uma reformulação do Decreto 3.611/2000 como um todo. “Tomei a iniciativa e reuni cinco pessoas para elaborar uma minuta preliminar com uma compilação do que se tem hoje. Ainda temos que verificar o que se tem nas leis supervenientes, fazer um ajuste da redação com base nessas leis e analisar o aspecto jurídico. Quero ouvir servidores da área aduaneira, da fiscalização e do atendimento. Posteriormente vamos passar o documento à secretária para ela submeter às entidades”.
[…] ainda reconheceu que desde a unificação das Secretarias da Receita e da Previdência alguns problemas no atendimento ao contribuinte emergiram. “Com o retorno dos servidores previdenciários a situação tem se agravado porque, de fato, ainda não houve uma solução que atendesse às demandas”.
A diretora parlamentar do Sindireceita, […], afirmou que a administração deve e tem que se preocupar com o atendimento. Mas, segundo ela, no entendimento do Sindireceita, a Receita Federal do Brasil não está buscando uma melhoria no atendimento, mas sim solucionar um questionamento feito pelo TCU. “O atendimento piorou muito com a retirada do Analista-Tributário de algumas áreas como malha e Per/Dcomp e isso também é atendimento. Essas questões também teriam que ser discutidas imediatamente”, ressaltou.
A diretora alertou ao secretário adjunto que a categoria está mobilizada, acompanhando todo o processo de reformulação da Receita Federal do Brasil e que propostas com o objetivo de prejudicar ou afastar os Analistas-Tributários de suas funções não serão aceitas. “Só sairemos do estado de alerta quando nos chamarem para discutir as questões das atribuições”.
Proposta preliminar ou compilação?
O secretário adjunto da Receita Federal do Brasil afirmou que a minuta de decreto, a qual tivemos acesso, não se trata de documento. Por que então o formato de decreto? Por que a falta de participação das entidades dos servidores? Por que o sigilo na sua elaboração?
Todas essas questões, sem respostas, não nos permitem adotar outra posição se não continuar no caminho da mobilização da categoria, que deve se manter alerta e se preparar para o confronto, se necessário for.



Agnelo
Outubro 3rd, 2008 às 16:52
É uma opinião a ser considerada até porque reconhece que em termos de atribuições todas estão afetas ao AFRFB, sendo os técnicos como os demais servidores PCC, Serpro, etc, meros protagonistas auxiliares.
Outubro 3rd, 2008 às 20:22
A palavra auxiliar no sentido de dar uma colinha na hora da aula prática e oral agrada muito aos auditores que realmente precisam de ajuda de pessoas capacitadas para fazer todo o seu tabalho,restando ao auditor somente assinar.
Existe muito auditor bom e competente - em relação a isso não resta dúvida - posso dIzer que são muitos. É pena que este espírito de discriminar tomou conta da SRF. O certo seria seria a disseminação do compartilhamento de atividades e atribuições, como paradigma de uma boa convivência laboral e integração funcional na Instituição.
Sou do tempo em que TTN era convidado a trabalhar na mesma equipe de auditor. A saudosa AFTN Dra Zélia era um exemplo a ser seguido. IMPLANTOU um curso de frances na IRF-PORTO, ela mesma dava aula, uma mulher culta, alegre eproativa,era contra esse tipo de discriminação.Eu lembro que, naquela época, ela convidou-me para trabalhar no setor de tributação, eu recusei. Mas meu amigo TTN Marcelo Viana aceitou o convite. Ela sabia montar uma equipe de trabalho. Mostrava que era dificil selecionar AFTN para aquele Setor. Depois eu soube que a TT LÊDA BAGUNÇOU TUDO, desestruturou o Setor de Tributação, fez um expurgo dos TTN. Fez da IRF- Porto- RJ um caos na sua GESTÃO, acabou sendo convidada pelos Coordenadores de Brasília a entregar o Cargo. Após isso, começou a saga do Serafim Cipriano e seu pupilo Jeová que ficará para o próximo capítulo.
Outubro 4th, 2008 às 23:43
Assim como no judiciário, o Auditor só assina se você não escreveu besteira, se for besteira, não assina, porque tem o conhecimento para isso, tanto que você deve escrever de acordo com a opinião de quem realmente decide… estou mentindo?. Aliás, com toda sua competência, porque ainda não conseguiu passar no concurso para Auditor. É de se estranhar que alguém com tamanha capacidade ainda esteja no cargo de técnico. É o primeiro caso que conheço de alguém com plena capacidade e, mesmo assim, resolveu continuar no cargo auxiliar. Todos os outros técnicos competentes já se tornaram Auditores - e aí ficaram burros, como a maioria aqui parece pensar. Ah, parece que o ministro PB assinou a autorização para o próximo concurso, não perca esta chance, ok.
Outubro 4th, 2008 às 23:48
Paradigma de boa convivência seria o fim da baixaria, por exemplo, com o fim de blogs como esse, onde as opiniões mais preconceituosas são emitidas, sempre com o intuito de denegrir os Auditores… é sempre a mesma história… Auditor não faz nada, Auditor só assina… Auditor só fica morcegando na internet… Auditor não sabe fazer auto de infração… façam-me o favor, quando quiserem falar em boa convivência, comecem respeitando os outros e melhorar salarialmente através de concurso público, não através da maculação da imagem de outros cargos, ok… vocês me enchem com essas histórias, pensam que só estão atingindo a alguns, mas esta história tá torrando o saco de todos os Auditores, então não adianta dar uma maquiada nas críticas, dizendo que “eu sei que tem muito Auditor bom, mas a maioria não sabe nada” porq
Outubro 4th, 2008 às 23:49
… porque isso não vai ajudar em nada a melhorar o clima. Repito: querem melhorar, façam um concurso público!!! E parem de encher o saco.
Outubro 5th, 2008 às 18:51
Voces,afrfb,são tão desunidos e subdesenvolvidos,que não conseguem ter um blog de opinião para a categoria se manisfestar sobre diversos assuntos,expressando o modo de pensar dos AFRFB, livremente, como neste blog.Aliás,este blog não é restrito somente aos ATRFB..Respeitamos a opinião dos AFRFB,somente contestamos as insanidades ditas e defendidas por eles.Podemos ensinar-lhes o caminho das pedras,basta pedirem ajuda ao Sindireceita.
Outubro 5th, 2008 às 19:00
Desejar o fim deste BLOG é, no minimo,falta de aceitação das diferentes opiniões de colegas de trabalho ATRFB, que amam os AFRFB, Somente NÃO CONCORDAMOS com aquilo que foi ultrapassado no tempo: o modo de pensar de seus lideres..
Outubro 6th, 2008 às 11:05
Se há uma coisa que os auditores realmente temem é que a sociedade saiba o custo que é mantê-los, sem a devida contrapartida.
Por isso que não existe blog de auditores. Eles tem telhado de vidro e rabo preso. Telhado por não poderem atacar abertamente e rabo preso por serem marionetes do sindicato, temendo as benesses de participar de uma massa sem rosto nos ataques contra a sociedade em geral e os analistas tributarios em particular.
Alias, os analistas deveriam receber no minimo o mesmo que os auditores, pois eles nem redação propria tem, pois apenas colocam o de acordo nos processos analisados e praticamente decididos pelos analistas tributários. Na verdade eles deveriam ganhar muito mais que os auditores, que não conseguem trabalhar sem o “auxilio” dos analistas.
Ops, para não ser injusto, tem auditor que faz analise. Mas todos os processos que eles trabalham são os mais simples e sem prazo. Os dificeis ou trabalhosos são deixados para os funcionários mais competentes, que apenas não podem, por causa de uma legislação que precisa ser mudada, e pode ser mudada, assinar.
E além disso, depois desse “trabalho”??!!??, eles botam a conversa em dia, o que preenche quase todo o expediente de trabalho, que para eles geralmente acaba antes do horário normal de expediente, haja vista os estacionamentos ao redor da repartição, que esvaziam rapidamente, pois os salarios deles servem para isso, comprar carro e pagar estacionamento.
Outubro 6th, 2008 às 20:10
Ahahahaha, vou dizer do que a sociedade tem mais medo ainda: que servidores que passaram para um cargo de “técnico” sejam alçados a um cargo de “Auditor” sem passar pelo concurso público para O CARGO de Auditor. Isso sim acaba com o serviço público… desculpem se falei da parte que vocês sempre omitem, que é preciso fazer concurso público para Auditor, ahahahah.
Engraçado demais o colega falar que os Auditores fazem ataques a sociedade em geral e aos Analistas em particular… é de matar de rir, aahahah, você deve estar falando de ataques como os que o sindireceita iniciou na primeira hora do primeiro dia de greve dos Auditores? É só buscar nas notícias daquele site… acabaram com qualquer simpatia de Auditor em relação a vocês… é a política dos “fins justificam os meios”… mas mesmo assim continuo achando vocês engraçados, por causa das contradições de novo, ahahahahahha.
Ahahahaha, e o papinho de que os técnicos fazem tudo… meu Deus, vocês não desistem… só vão parar quando a mentira virar verdade, ahahaha? Vocês são hilários. Por favor, não se esqueçãm de levar esses argumentos aos servidores do judiciário e ministério público, lá os promotores e juízes “só assinam” mas, assim como na Receita, tanto promotores, juízes e auditores só assinam o que está de acordo com seus entendimentos, de modo que se um técnico escrever bobagem, não vai passar texto nenhum, ahahahha, não tem como vocês decidirem, se escrever bobagem, é amassar a papelada e jogar tudo no lixo, é assim que funciona… então corta essa de que vocês decidem, vocês apenas escrevem conforme a opinião do Auditor - lembrem-se de que a atividade do analista é preparatória… aliás, na maioria das vezes o técnico não faz nada… - … - … desculpe, essa última parte foi só pra deixar vocês com o mesmo desapontamento que um Auditor fica quando ouve/lê as coisas que vocês escrevem sobre eles, tudo a fim de querer provar que um cargo de técnico tem que virar Auditor sem fazer concurso público.
Segue o ufanista mais uma vez denegrindo os Auditores. Agora diz que eles só fazem os trabalhos simples, enquanto os técnicos hiper mega ultra safos/inteligentes/destemidos vão resolvendo tudo que é complicado, tudo que é difícil, tudo que tem prazo, enfim, os maiorais, pena que é difícil entender o porquê de os senhores não partirem para a via do concurso público. Aliás, uma perguntinha: se os Auditores são uns vadios/burros/despreparados, é de se inquirir o porquê de tantos técnicos fazerem o concurso para Auditor? Será que o motivo é a falta de capacidade para exercerem as atividades próprias dos técnicos (salvar o mundo), ahahahahhaha!!
Aliás, já estou chegando a uma conclusão, dá até pra fazer mais uma piadinha: Sabem o que acontece com um técnico burro: acaba passando no concurso pra Auditor, pois todos os auditores são fracos intelectualmente (sim, aprendi neste blog que os Auditores são muito burros e os párias da nação, ahahahha).
Pra quem é novo neste blog, experimente dar um lida nos posts e comentários que vai entender do que eu estou falando.
Um grande abraço a todos e um muito obrigado pela diversão proporcionada. O senhores são demais, inigualáveis!
Que Piada
P.S. - ahahhahah, só pra completar, acabei de ver que o “Servidor da Receita” disse que os Auditores só ficam conversando no expediente, vão embora cedo e só sabem comprar carro com seus salários, ahahahhahah… o cara é um fanfarrão, ele deve ser muito querido na sua unidade. Seus discursos devem arregimentar multidões ensandecidas de técnicos com forcas atrás “delles” - as “otoridades” assassinas comedoras de criancinhas - ahahah. Valeu, escreva mais vezes, você é o mais engraçado e sua objetividade é insuperável!
P.S. 2 - Esta notícia só interessa aqueles que chegaram até estes comentários e ainda assim são pessoas sérias, não estão buscando um trem da alegria: novo concurso para o cargo de Auditor-Fiscal deve sair e, ao que tudo indica, serão 700 vagas. Para aqueles que são técnicos sedentos por sangue, de repente seria interessante começar a jogar pedras naqueles técnicos preguiçosos, que não sabem fazer nada, com baixo intelecto, etc … sabem por que? Porque provavelmente estarão diante dos futuros Auditores, já que estes, como vocês dizem por aqui, possuem justamente estas características.
Outubro 6th, 2008 às 23:16
Puxa, desculpe, nobre missivista que utiliza o pseudonimo de Que Piada.
Não sabia que a verdade fosse tão dolorida que tivesse que ser respondida neste tom tão passional.
O que relatei é a verdade existente no interior da Receita. A maioria dos auditores chega tarde, vai embora cedo e ainda foge dos serviços. Quem realmente trabalha sabe do que estou falando.
Para ser sincero, o discurso de que os analistas querem estudar para ser fiscais não procede.
As pessoas estudam, em sua grande maioria, para obter, o que em administração, foi conceituado como uma necessidade fisiológica, ou seja, meios para sobreviver (vide a piramide de Maslow). Em uma sociedade capitalista como a nossa, os salários que melho remuneram são sempre os que atraem mais atenção e são mais disputados.
Para ser rico nesta sociedade, ou se nasce rico, ou casa-se com alguem rico, ou ganha-se na loteria, ou herda-se, ou trafica-se drogas, armamentos, sexo, vira-se auditor fiscal, ou então trabalha-se duro, mas muito duramente.
Se os analistas tributários ganhassem bem, e eles merecem, muitas pessoas teriam asco de virar auditores fiscais e nem prestariam concurso para esse cargo.
Por isso que o cargo de auditor é procurado por analistas. Por causa do salário maior. Só por causa disso.
Se o governo igualasse os salários, e cobrasse dos auditores fiscais a produtividade que cobra dos analistas, duvido que alguem quizesse ser auditor fiscal.
Este cargo infelizmente foi denegrido pela própria categoria.
Alias, o maior trem da alegria que já surgiu foi o da transformação dos extintos cargos de AFPS e AFRF em AFRFB. O novo cargo de AFRFB possui atribuições e competencias distintas dos extintos cargos, portanto só poderá ingressar nele quem fazer concurso especifico para esse cargo.
Seria interessante se algum partido politico, ou algum membro do MP, ou a OAB, ou mesmo o QUE PIADA, ingressasse com uma ação de inconstitucionalidade dessa transformação na lei da Super Receita.
Mas será que os ex AFPS e ex AFRF passariam em um concurso para o cargo de AFRFB? Creio que não, pois uma grande parcela conseguiu entrar por meio de ações judiciais ou por transformação de outros cargos antigos. E quem entra simplesmente para de estudar, chegando a queimar as apostilas, achando que a sociedade brasileira paga altos salários de graça para eles.
Mas como alguns auditores são meus amigos, não quero generalizar minhas criticas. Infelizmente, a maioria dos fiscais tem medo de mudar os rumos da história e acha que a retórica da Unafisco está sendo engolida pela sociedade.
Vai chegar o dia em que os auditores farão que nem Julio Cesar: “Até tu, Brutus?” quando tudo começar a degringolar.
Outubro 7th, 2008 às 16:50
Quem lembra das avaliações feitas somente para os ATRFB. A ficha dos AFRFB caiu, quando eles voltaram da greve em 2000 e tiveram suas avaliações maximas. A TIRANIA dos chefes AFRFB levou os ATRFB a levantarem um clamor público. Por conta disso, a canalhice foi levada aos chefes de Brasilia, que tiveram que reverter a situação.Há mais podre na terra de Aritana do a vã filosofia do homem branco corporativista.
Outubro 7th, 2008 às 18:07
A historiografia da categoria dos TAT,que depois mudou sua nomenclatura para TTN, ato continuo, teve evolução para TRF,mostra que viemos para marcar a história da SRFB. É fato notório que essas mudanças e evoluções foram contestadas pela Arquiinimiga veementemente.Por outro lado, todas as outras categorias sempre estiveram tentando, de algum modo, inserirem-se no quadro da categoria de TTN, hoje analistas tributários.
Conclusão, os analistas tributários são alvos de todos os tipos de ataques, desde sua criação da Carreira de auditoria da Receita Federal. No início,forças ocultas da SRF tentaram evitar que fossem chamados os aprovados do primeiro concurso externo de TTN,atravessando pedido ao Ministro da Fazenda Dilson Funaro. Foi necessário interferência, via telefone de Ulisses Guimarães, dando um puxão de orelha no Funaro.Logo,veio o Bresser,que implementou uma campanha de extinção de varias categorias do serviço público federal. O cargo de TTN só não foi extinto na época, porque o próprio FHC interveio a favor dos TTN na última hora. Como não conseguiram extinguir nossa categoria, tentam subestimá-lo à condição de cargo auxiliar.
Na realidade, quanto mais lutam contra os ATRFB, MAIS COLOCAM SUA IMPORTÂNCIA EM EVIDÊNCIA.
Hoje, por exemplo, já existe categoria inconformada por não serem inseridas à categoria dos ATRFB.Por conta disso, propuseram ADI . Já há outra categoria que tenta alijar de nossas conquistas o status de categoria de nível superior, mediante ação popular.
Não sei o que vai acontecer nesta Pororoca Institucional, consequência desse encontro de aguas salgadas com aguas doces, chamada Super - receita.
Impreterivelmente, vai sobrar para o contribuinte o papel de marisco, recebendo os efeitos nocivos das ondas salgadas desses conflitos.
Para todos os efeitos, os sucessos e as conquistas dos Analistas Tributários transformaram-se no Pomo da Discórida de todas as guerras dentro da Super-Receita.
Este poder de atração dos ATRFB não acontece por acaso.Temos sido o centro de atenções de varias entidades,representantes de outras categorias dentro da SRFB.Se o nosso trabalho não redundasse em excelência não estariamos sendo alvo desta atração fatal. Muitos dessses lideres não sabem como chegamos a ser reputados ao status de maior inimigo dos AFRFB, pelo simples fato de exigirmos pleno reconhecimento de NOSSAS ATRIBUIÇÕES CONCORRENTES OU NÃO.
Alguns auditores debochados deturpam o nosso pleito, confundindo as nossas demandas com usurpação das funções de seus pares AFRFB.Lutamos por uma definição de linha divisória de atribuições nitida e transparente.
Outubro 7th, 2008 às 20:30
Servidor da Receita - “Puxa, desculpe, nobre missivista que utiliza o pseudonimo de Que Piada. Não sabia que a verdade fosse tão dolorida que tivesse que ser respondida neste tom tão passional.”
Que Piada - Ahahaha, pode ter sido em tom passional, mas insistir que Auditor é vagabundo, preguiçoso e burro é tão passional quanto, ahahahha.
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Servidor da Receita - “Para ser sincero, o discurso de que os analistas querem estudar para ser fiscais não procede.”
Que Piada - Eu sei disso… achou que tava escrevendo alguma novidade, todo mundo já sabe disso, ahahahaha.
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Servidor da Receita - “As pessoas estudam, em sua grande maioria, para obter, o que em administração, foi conceituado como uma necessidade fisiológica, ou seja, meios para sobreviver (vide a piramide de Maslow). Em uma sociedade capitalista como a nossa, os salários que melho remuneram são sempre os que atraem mais atenção e são mais disputados.”
Que Piada - Meu Deus… aula de Teoria Econômica agora não dá! Tudo bem, é verdade, os melhores salários são os mais disputados… mas você tá se referindo que são os mais disputados pela via do concurso público, não é mesmo… ou tem gente que tenta disputar no tapetão também… sabe como é, salário bom atrai a atenção, como você mesmo falou?
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Servidor da Receita - “Para ser rico nesta sociedade, ou se nasce rico, ou casa-se com alguem rico, ou ganha-se na loteria, ou herda-se, ou trafica-se drogas, armamentos, sexo, vira-se auditor fiscal, ou então trabalha-se duro, mas muito duramente.”
Que Piada - apesar de eu achar que você foi passional - falei alguma verdade que doeu?!?!, desculpe, aahhah - certamente você vai dizer que não… mas que foi, foi, ahahhahah!! Ah, depois do aumento, muitos técnicos S4 vão ganhar mais do que Auditores que estavam na classe A… seriam estes técnicos ricos também??
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Servidor da Receita - “Se os analistas tributários ganhassem bem, e eles merecem, muitas pessoas teriam asco de virar auditores fiscais e nem prestariam concurso para esse cargo.”
Que Piada - ahahha, quem falou que técnico tem que ganhar mal… até inventando historinha você está! Ah, você tem razão quanto as pessoas terem asco de virar Auditores. Todos os ex-técnicos que - coitados - foram obrigados a virar Auditores para ficarem “ricos” começaram a ficar doentes, muitos já morreram de doenças graves decorrentes de asco, ahahahahah.
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Servidor da Receita - “Se o governo igualasse os salários, e cobrasse dos auditores fiscais a produtividade que cobra dos analistas, duvido que alguem quizesse ser auditor fiscal.”
Que Piada - ahahha, lá vem a historinha do técnico coitadinho, que faz tudo, que tudo sofre… ah, muito boa essa nova acusação: o governo só cobra produtividade dos técnicos, demais, ahahahhah!! Opa, ainda chamou os Auditores, de novo, de preguiçosos, pois afirma que as pessoas só se tornam Auditores em decorrência da não cobrança de produtividade… ahhahah, meu caro, você está sendo PASSIONAL de novo - eu sei, eu sei, você não vai concordar comigo, mas está sendo passional sim!! Ahahahaha.
P.S. - quizesse não existe. A palavra é derivada de quis, então escreve-se quisesse, ok.
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Servidor da Receita - “Este cargo infelizmente foi denegrido pela própria categoria.”
Que Piada - ué, achei que vocês tinham combinado que era pra dizer que quem denegria vocês eram os malvados Auditores… acho que vocês devem dar uma repassada no script
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Servidor da Receita - “Alias, o maior trem da alegria que já surgiu foi o da transformação dos extintos cargos de AFPS e AFRF em AFRFB. O novo cargo de AFRFB possui atribuições e competencias distintas dos extintos cargos, portanto só poderá ingressar nele quem fazer concurso especifico para esse cargo.”
Que Piada - pois é, os Auditores também achavam isso, mas vocês insistiram tanto em aprovar a fusão… sacanagem é você agora botar a culpa nos próprios Auditores, ahahhaha, muita contradição, criam um problema, colocam no colo dos outros, e depois querem que os outros limpem a merda que vocês fizeram. Bem, de qualquer maneira, foi a fusão de 2 cargos com competência plena para a criação de obrigação tributária, etc, etc, etc (fica muito grande se eu escrever tudo), bem diferente de alçar um cargo de ténico em um cargo de Auditor.
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Servidor da Receita - “Seria interessante se algum partido politico, ou algum membro do MP, ou a OAB, ou mesmo o QUE PIADA, ingressasse com uma ação de inconstitucionalidade dessa transformação na lei da Super Receita.”
Que Piada - Meu Deus, o que é que eu posso dizer desse despautério que você escreveu, ahahahaha. Tudo bem, vou ser breve: ADIN não pode ser proposta por membro do MP nem pelo QUE PIADA, ok. Por partido político, apenas se ele tiver representação no congresso nacional, e pela OAB, apenas pelo seu Conselho Federal… aprendeu! Pode cair no próximo concurso pra Auditor, então tome nota. Poxa, depois eu tenho que ler que Auditor é burro!! Por favor, ahahahahha.
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Servidor da Receita - “Mas será que os ex AFPS e ex AFRF passariam em um concurso para o cargo de AFRFB? Creio que não, pois uma grande parcela conseguiu entrar por meio de ações judiciais ou por transformação de outros cargos antigos. E quem entra simplesmente para de estudar, chegando a queimar as apostilas, achando que a sociedade brasileira paga altos salários de graça para eles.”
Que Piada - passa no concurso tranqüilo. Auditor é bom de estudo. Opa, você chamou os Auditores de preguiçosos de novo?!?!… poxa, acho que seu comportamento já passou do que pode ser chamado de passional, ahahha. Poxa, os Auditores passam no concurso e põe fogo nos livros é… impressionante… simplesmente param de estudar… impressionante. Bom, Auditor é tudo vagabundo, não é mesmo? Nada mais natural! Aahhahahah.
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Servidor da Receita - “Mas como alguns auditores são meus amigos, não quero generalizar minhas criticas. Infelizmente, a maioria dos fiscais tem medo de mudar os rumos da história e acha que a retórica da Unafisco está sendo engolida pela sociedade.”
Que Piada - como é que é: você tem amigos Auditores? Você se junta a essa escória da humanidade… como pode ter tanta coragem… não te dá ASCO?? Ah, você já mostrou a seus amigos Auditores o que você escreve sobre eles aqui? Vou colar alguns trechos:
“– A maioria dos auditores chega tarde, vai embora cedo e ainda foge dos serviços.”
“– Para ser rico nesta sociedade, ou… vira-se auditor fiscal, ou então trabalha-se duro, mas muito duramente. (bando de vadios esses seus amigos Auditores heim)
“– Se os analistas tributários ganhassem bem… muitas pessoas teriam asco de virar auditores fiscais…”
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Servidor da Receita - “Vai chegar o dia em que os auditores farão que nem Julio Cesar: “Até tu, Brutus?” quando tudo começar a degringolar.”
Que Piada - putz, muito sem graça esse trecho, acho que não vou comentar. Só gosto dos trechos divertidos.
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Outubro 8th, 2008 às 19:42
Embora o Que Piada viva rindo de tudo, por dentro esconde-se um ser triste que usa a chacota como instrumento de expressão e não a critica inteligente ou mordaz.
Talvez a maior sorte dos fiscais da Receita seja a de serem fiscais aqui no Brasil.
Qualquer outro pais do mundo já os teriam defenestrado há muito tempo.
Com a mudança dos ventos da economia mundial, todos os paises terão que ter mais austeridade. Os reflexos aqui no Brasil serão a menor entrada de capital especulativo e de investimento estrangeiro, juntamente com a queda do ritmo da economia exportadora e retração da atividade economica interna.
Os salários dos fiscais serão um grande onus para o governo. Pode ser que o governo resolva não conceder o subsidio para esta categoria, pois ficará evidente que não há contrapartida entre os resultados do trabalho dos componentes dessa categoria e os altos salários pagos a eles.
Este é o momento de tirar as máscaras, as carapuças.
Com a evolução dos sistemas, será que vale a pena pagar duas vezes pelo mesmo serviço?
Os analistas preparam tudo. Os fiscais apenas colocam o de acordo, muitas vezes nem se dignando a olhar, pois tem medo de ter que pedir explicação sobre o que não entendem.
É hora de resolver de vez esta questão. O que não pode é cinco mil analistas trabalharem e quinze mil fiscais apenas fingirem que trabalham, ganhando o dobro nessa farsa. Ria-se de um barulho desses.
E enquanto o QUE PIADA ri, milhões de brasileiros sofrem e até estão morrendo, seja pela falta de recursos oriundos do fisco para a saude, saneamento, comida, seja pela falta de esperança, pois pagam impostos e são duramente fiscalizados, enquanto os ricos conseguem escapar graças a bons escritórios de advocacia formados por profissionais que sempre ganham dos fiscais em termos de competencia e/ou empenho.
Isto tudo e fruto da ineficiência da RFB no atual modelo de atribuições.
QUE PIADA trágica vivemos neste momento da história,,,
Outubro 10th, 2008 às 18:00
Aahahahah, psicanálise de quinta a sua. Eu, triste?? Que nada, só venho aqui pra me divertir, ahahahha. Aliás, você é um péssimo psicólogo.
Aahhahaha, pois é, você acha que o salário dos fiscais é um ônus para a nação?? Imagine, então, se os Auditores deixarem os técnicos alcançarem seu intento: tornarem-se Auditores sem o devido concurso público. Ia ser pior ainda, não acha? Tá vendo, os Auditores apenas buscam o interesse público… vocês iam onerar mais ainda a folha… me sensibilizo com a sua bondade.
Como é que é: o governo pode não conceder o subsídio aos Auditores?Aahahahahhahahahhahahahahah… é claro, ele vai conceder só para os técnicos, ahahhahahahahha, você é infantil demais, como nenhum outro aqui, ahahhahahahahahha.
Aahahahahaha, INCRÍVEL, misturando minhas risadas com o sofrimento da população: lembre-se da população quando estiver tentando entrar num cargo que ganha mais pela janela… isso enquanto há tanta gente sem nada para comer, que descaso o seu, agora me deixou triste… ahahahhahaha.
Opa, e nosso colega ainda conseguiu, de novo, exaltar os técnicos super heróis salvadores do mundo… ainda bem que vocês existem, ahahahhaha, você é o meu herói, obrigado por existir, ahahahahha.
Aahahahhaha, também chamou os fiscais de burros mais uma vez. Tudo bem, como exigir algo diferente se aqui é o local onde surgiu o novo messias: “o técnico onipresente”, que tudo sabe, tudo vê, tudo sente, tudo pode, enquanto os Auditores, conforme diz nosso nobre colega servidor da receita, sempre perdem em competência e/ou empenho. Adorei sua falta de criatividade. É muito fácil te contra-argumentar, ahahhahaha… é que você só escreve bobagem e deixa sua inveja comprometer sua argumentação, ahahahahhahahahaahhahaha.
Outubro 12th, 2008 às 0:47
Gente, que absurdo !. Vamos resgatar a ‘moral’. e a legalidade. É o cúmulo do absurdo ler aqui mensagnes postadas por servidores auxiliares, muitos dos quais não têm nem o 2º grau (o primeiro trem-da-alegria exigia somente o 1º grau), falando bobagens. Vamos resgatar a moralidade ! Isso que eles (TTN) estão pretendendo é estelionat…
Outubro 12th, 2008 às 23:58
É dificil conversar com personagens avessos aos clamores da sociedade.
As portas estão se fechando e infelizmente estes personagens são como os representantes da corte francesa, quando da iminencia da Revolução Francesa. Como diria Maria Antonieta: “Se não tem pães, comam brioches”…
Nesta nova ordem, talvez só sobrem os analistas tributários na RFB…
Outubro 13th, 2008 às 20:10
Aahhahahaha, “clamores da sociedade”, HHAUHUAHUHHUUHAUAUAAAA, aonde você VIU ou LEU algo sobre este clamor da sociedade… ela está pedindo pelos técnicos?!?! Ninguém tá percebendo esse clamor. Volto a dizer: este espaço é puro MESSIANISMO!!! Os caras simplesmente se acham os melhores… realmente, eles foram criados para salvarem o mundo, ahahahah, e depois tem a audácia de atribuírem ao Auditores esse tipo de atitude, ahahahhaha, é engraçado demais meu povo.
“Nesta nova ordem”, ahhahahahahahhahah, vai lá falar pro povo fazer a revolução, vai… só explica para eles porque você tem que ser o imperador, ok. Cuidado para não explicar tão mal quanto sua escrita… a sociedade pode começar a clamar pela sua cabeça na guilhotina, ahahahhaha… santa paciência com esses técnicos!!!
Um grande abraço e obrigado pelos posts engraçados!
Que Piada
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