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Veja as fotos no Vi o mundo em
Um momento de emoção
Blogueiros em ação em repúdio à ‘ditabranda’
Tenho navegado pela blogosfera e twitter e além do Cidadania.com, deste blog, do Vi o mundo, do Escrevinhador, do Nas Retinas, do História em Projetos, tenho topado com muitos posts de divulgação do ato público organizado pelo Edu Guimarães do cidadania.com contra o Editorial da Folha de São Paulo.

A maioria dos blogueiros se dão ao trabalho de criar seu próprio texto, de argumentar com seus leitores, mesmo não estando em São Paulo, uma beleza constatar isso.
Vou listar neste post até o dia 07 todo mundo que encontrar por aí que informou a seus leitores sobre o ato e se vc divulgou e não está aqui, por favor, deixe o endereço do seu blog nos comentários que eu subo para cá. E os leitores do Maria Frô façam um passeio por esta blogosfera solidária, não vão se arrepender, tenho tido gratas surpresas.
abraços
Conceição Oliveira
BLOGOSFERA CIDADÃ
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Agnelo


Março 8th, 2009 às 1:17
Muito bem registrado! Este blog está de parabens por a sua participação neste movimento, mostrando que o Cabresto Sem Nó não perde o trem da historia.
Março 8th, 2009 às 12:05
No atual cenário jornalístico brasileirol,os meios de comunicação não estão limitados, somente, a um ou dois jornais, que detiam a hegemonia da informação em todo o territorio nacional - como era nas decadas de 70 e 80 e 90.
Este monopolio da informação esta se desmoronando, porque aquela parcela da população tiida como ” ADORMECIDA” está acessando a internet no conforto dos seus lares. O hipertexto da WEB é infinito,portanto impossivel de ser manipulado, a não ser quando censurado como é feito na China, principalmente,.por ocasião dos Jogos Olimpícos. Hoje, a nternet democratizou a informação.
Em consequência a isso, “a cada dia, torna-se mais difícil enganar o povo brasileiro que tem acesso a INTERNET”.
A bem da verdade, o PIG e a imprensa marrom, que filtrão as informações ideologocamente,estão sendo desmascarados, i.e,as suas máscaras juntamntes com seus mil desfarces estão sendo jogados na lama.
Isto ocorre, porque a esquerda esta organizada e mobilizada dentro do Hipertexto da WEB,disseminando as suas idéias em varios Blogs.Vejam quantos destes BLOGS PARTICIPATIVOS foram relacionados neste protesto ” Abaixo a Ditabranda” pelo jornalista Agnelo.
Sem rasgação de seda,o que o nosso amigo Agnelo ( e o eu apoio em genero numero e grau) está fazendo neste BLOG, nada mais é do que uma ” Passeata Virtual”, interagindo em tempo real com a passeata que esta ocorrendo em S. Paulo, no bairro da República. Desta forma,o amigo da democracia Agnelo age, interage e informa aos leitores e visitantes de seu BLOG, magistralmente, com a inteligencia de quem domina a tecnologia e o jornalismo dos novos tempos.
Em oportuno,eu só tenho a agradecer o talento do Analista Tributário da Receita Federal que administra este Blog Cabresto Sem Nó, que provou ser um ícone do Jornalismo Brasileiro.
Março 8th, 2009 às 12:24
Não quero me antecipar ao este Blog, mas veja esta noticia tirada do IG, agora.
08/03/2009 - 10:38
Folha reconhece que errou no Caso “Ditabranda”
O jornal Folha de S. Paulo publica na edição deste domingo uma declaração do proprietário e diretor de redação Otavio Frias Filho reconhecendo (finalmente) que o jornal fez besteira quando chamou a última ditadura brasileira de “ditabranda”.
O uso da expressão “ditabranda” em editorial de 17 de fevereiro passado foi um erro. O termo tem uma conotação leviana que não se presta à gravidade do assunto. Todas as ditaduras são igualmente abomináveis.
Do ponto de vista histórico, porém, é um fato que a ditadura militar brasileira, com toda a sua truculência, foi menos repressiva que as congêneres argentina, uruguaia e chilena -ou que a ditadura cubana, de esquerda.
No editorial de 17 de fevereiro, a Folha de S. Paulo chamou a última ditadura brasileira (1964-1985) de “ditabranda”. O objetivo era fazer um contraponto entre os regimes da década de 70 e 80 na América Latina e a atual situação na Venezuela. Leitores chiaram (fontes de dentro do jornal dizem que uma onda de cancelamento de assinaturas teria acendido uma luz amarela – fala-se em perdas de até 2 mil assinantes) e até profissionais da casa lamentaram o uso do termo. A Folha também respondeu de forma arrogante aos professores Comparato e Benevides, que se posicionaram contra o jornal pelo ocorrido em cartas enviadas à redação, o que levou o ombudsman a dizer que faltou cordialidade ao jornal. Um abaixo-assinado circula contra a postura do jornal e já conta com mais de 7 mil adesões.
A nota de reconhecimento do erro veio acanhada, aparecendo em forma de box na página do ombudsman (A06), longe da página A02 dos editoriais, em que foi publicada o texto que originou essa crise. Além disso, Otavio Frias não ficou na defensiva e atacou:
A nota publicada juntamente com as mensagens dos professores Comparato e Benevides na edição de 20 de fevereiro reagiu com rispidez a uma imprecação ríspida: que os responsáveis pelo editorial fossem forçados, “de joelhos”, a uma autocrítica em praça pública.
Para se arvorar em tutores do comportamento democrático alheio, falta a esses democratas de fachada mostrar que repudiam, com o mesmo furor inquisitorial, os métodos das ditaduras de esquerda com as quais simpatizam.
Ontem, uma manifestação em frente ao jornal, na região central de São Paulo, juntou mais de 400 pessoas para protestar contra o editorial do jorna e demonstrar apoio aos professores Comparato e Benevides.
Tanto a manifestação quanto a nota do diretor de redação não colocam um ponto final no caso. Não vejo utilidade de tentar descobrir se a nota surgiu para colocar um fim nos protestos (e na evasão de assinantes) ou se foi fruto de uma autoanálise dialética pelo qual a direção do jornal passou. O que importa é que o caso expôs como o maior jornal do país consegue relativizar a História, sem grandes problemas de consciência, com o objetivo de defender um ponto de vista. Mas também mostrou o poder do consumidor de notícia ao reclamar da atitude do seu fornecedor e da mobilização pela internet, essencial para que a crítica ao editorial chegasse aonde chegou.
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Março 8th, 2009 às 12:27
Em tempo o texto acima foi copiado do Blog do Sakamoto.
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