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Igreja Católica usa argumento pífio para justificar crucifixos em repartições públicas
Agnelo
Rapidinhas
Ontem a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou uma nota oficial criticando o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos. Novamente o pomo da discórdia é a questão da retirada de crucifixos, imagens e afins de repartições públicas.
Nela, a CNBB “rejeita a criação de ‘mecanismos para impeder a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União’, pois considera que tal medida intolerante pretende ignorar nossas raízes históricas”.
Raízes históricas… Bem, a escravidão está em nossas raízes históricas. A sociedade patriarcal está em nossas raízes históricas. A desigualdade social estrutural está em nossas raízes históricas. A exploração irracional dos recursos naturais está em nossas raízes históricas. A submissão da mulher como reprodutora e objeto sexual está em nossas raízes históricas. As decisões de Estado serem tomadas por meia dúzia de iluminados ignorando a participação popular estão em nossas raízes históricas. Lavar a honra com sangue está em nossas raízes históricas. Caçar índios no mato está em nossas raízes históricas. E isso para falar apenas de Brasil. Até porque queimar pessoas por intolerância de pensamento está nas raízes históricas de muita gente. Sakamoto



Janeiro 16th, 2010 às 23:46
Na minha opinião, o ataque do Governo Federal às instituições brasileiras nesta “lei de direitos humanos” teria um fundo econômico:
- ataque à vida humana, com o apoio ao aborto;
- ataque à constituição da família, com o apoio ao reconhecimento de uniões do mesmo sexo;
- ataque às forças armadas, com a revisão unilateral lei da anistia;
- ataque à imprensa (incluindo aí os blogs), com a censura a conteúdos que não “interessam” ao governo;
- ataque à Igreja Católica, pois representa 60% da fé no país etc.
Este ataque estaria visando a fragilização das instituições brasileiras.
Como disse, na minha opinião estes ataques a instituições brasileiras teria fundo econômico: aproximar o Brasil das condições existentes na China, pois, os produtos de lá estão competindo com os do Brasil, retirando os lucros dos patrões.
Na China, mata-se meninas, pois o governo impõe somente um filho às famílias, sendo preferível o menino, para trabalhar e cuidar dos pais na velhice. A famílha na China é vilipendiada em seus direitos então o aborto corre solto.
Na China, as forças armadas são coibidas de manifestação, sob pena de morte existente no país. O regime ditatorial se perpetua então.
É necessário dizer algo da “imprensa” na China?
Por fim, a religiosidade não é tolerada, apenas toleram filosofias de esvaziamento do ego. Assim, a luta pela dignidade do ser humano também se esvazia.
Sendo a sociedade tão fragilizada, então conseguem pagar um salário de escravo e obter produtos mais baratos que os do Brasil.
Programa de direitos humanos? Não, “chinalização” do Brasil.
Janeiro 17th, 2010 às 0:17
Caro colega, com certeza vc deve está falando de outro Brasil. O Brasil q vc quer.
Janeiro 17th, 2010 às 7:38
Devemos falar do Brasil que queremos, pois “Brasil, Um País de Todos” é outra forma de se falar: Brasil, um país de ninguém.
Janeiro 17th, 2010 às 19:17
Já vão tarde os crucifixos e afins.
Janeiro 17th, 2010 às 21:05
Concordo com o PNDH. Aliás os salários do funcionalismo público estão muito alto, principalmente na RFB. É um absurdo um auditor ganhar R$ 22.000,00 e um analista R$ 11.000,00. O teto salarial da RFB deveria ser de R$ 11.000,00 com carreirão, onde a pessoa entraria como ATA e chegaria após promoções a AFRFB. É o que eu penso.
Janeiro 18th, 2010 às 11:33
Complementando os dizeres iniciais de “Cargo é Abstrato”, lembrem-se que na China não há Poder Judiciário (e nem Ministério Público).
Janeiro 19th, 2010 às 18:42
o q um crucifixo pode incomodar?
O governo deveria parar com isso e cuidar de questoes importantes e urgentes,…
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